O desafio dos nossos dias...

28
Out 20

 

"O forte cuide do fraco e o fraco respeite o forte;

 o rico socorra o pobre e o pobre louve o Senhor que lhe deu quem remedeie a sua necessidade."

S. Clemente

 

publicado por emcontratempo às 16:53

 

Uma esponja de aço ou escova de cerdas metálicas
Gasolina
Verniz transparente à base de acetona ou spray anti-corrosivo

Como Limpar:

Primeiro limpe as peças enferrujadas a área afetada com uma esponja de aço ou uma escova de cerdas metálicas.
Depois mergulhe ou esfregue gasolina até a ferrugem desaparecer.
Para dar brilho e proteção, aplique um verniz transparente à base de acetona ou um spray anti-corrosivo.

Mais Dicas...

Para  fechos comuns, sem pinturas, podem ser limpos com algodão e acetona, os dourados requerem um paninho embebido em álcool ou vinagre.

publicado por emcontratempo às 15:32

16
Out 20

Passar a vida a pente fino,

e tirar as lêndeas da memória.

2019.02.07

mnm

publicado por emcontratempo às 12:00

24
Set 20

Sofrer é uma cadeia e saber sofrer uma asa para voar.

Sofrer é ser chamado e saber sofrer é dizer sim.

Quem sofre tem os olhos na Terra e quem sabe sofrer já tem os olhos no céu.

Saber sofrer é esperar.

Salvaneschi

in Jornal "A voz da Fátima, 13 Julho 1999            

 

publicado por emcontratempo às 16:06

20
Fev 20

As mãos de uma mãe

devem ser "adoradas"

beijadas, acarinhadas...

Essas mãos que tudo fazem

pelas horas do dia

e da noite para que a família

tenha o necessário para o lar.

 

Devem ser desprezadas

repugnadas e odiadas

as mãos odiosas, cruéis

mesquinhas, ociosas

e que além disso ainda

são capazes de manchar

espezinhar e denegrir.

Essas mãos horrorosas

negligentes e eimpetuosas...

não agem com o coração

não param para pensar

no desgaste físico e mental

de tantas mãos...

... que no meio de tanto trabalho,

continuam a repetir, no dia a dia,

os mesmos gestos

de carinho, compreensão,

amor e até compaixão

por essas outras mãos arrogantes

e intransigentes,

incapazes de entrar dentro da "vida"

de tantas outras mãos 

envolvidas na vida dessa vida imprudente

mnm

2020.02.11

publicado por emcontratempo às 16:59

20
Jan 20

A vida vale tudo o que pomos nela.

2020.01.19

mnm

publicado por emcontratempo às 13:24

17
Out 19

"Uma fé cristocêntrica tem sempre a montante uma particular veneração a Maria, Mãe de Jesus."

Boletim informativo da vida e obra da serva de Deus nº1 41 Maio/Agosto

publicado por emcontratempo às 12:55

07
Out 19

 


Ingredientes

1 kg de batatas
1 colher de chá de bicarbonato
de sódio 
q.b. Azeite
2 dentes de alho
q.b. Alecrim (fresco ou seco)
q.b.p. sal

preparação

Comece por deixar ferver uma panela cheia de água.

Enquanto isso, descasque as batatas e corte-as em palitos grossos.

Adicione a colher de chá de bicarbonato de sódio na água a ferver e junte imediatamente as batatas fatiadas.

Ferva  cerca de 5 minutos. No final, escorra-as e coloque-as numa assadeira coberta com papel vegetal.

Tempere as  batatas pré-cozidas com azeite, sal, alecrim e dentes de alho descascados.


Leve ao forno quente a 190 ° e cozinhe cerca de 40 minutos. Se necessário, você pode virá-las após cerca de 25 minutos.


Sirva quente.
da net
publicado por emcontratempo às 17:36

26
Set 19
 
 
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,

Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...


Fernando Pessoa
publicado por emcontratempo às 16:11

"Já enunciei os deveres recíprocos dos cônjuges: respeito, fidelidade, coabitação, cooperação e assistência.

Não me vou debruçar sobre cada um destes deveres, que, por definição, se compreendem. Vou, apenas, reflectir sobre o que entendo sobre o modo como os cônjuges devem nortear a sua vivência.

Começo por dizer que não é fácil viver “a dois “. No princípio, geralmente, tudo corre às mil maravilhas. A lua de mel prolonga-se por mais ou menos tempo, dependendo da maneira de ser, da educação recebida no lar de cada cônjuge e/ou das companhias com quem se estabelecem relações. É evidente que, se o grupo de casais com quem se convive, foi bem orientado na sua preparação para o casamento, se o ideal do casal e dos seus amigos for coincidente no bom sentido, será certo que as confidências trocadas servirão para atenuar as eventuais “escaramuças”. Caso contrário, elas surgirão, incitadas, até, pelos que se dizem amigos.

Fui muitas vezes convidado para apadrinhar jovens casais. Nas palavras que, no final do copo de água, dirigia aos recém casados nunca faltava este conselho: “nunca, mas nunca – por amor de Deus e do vosso Amor - adormeçam sem se darem um beijo de boa noite”, mesmo que a zanga ou a eventual razão de queixa, que tenhais, seja séria e real.

Alguns dos meus afilhados já me agradeceram tal conselho, porque, disseram, muitas vezes o beijo terminou em reconciliação ou, pelo menos, atenuou o azedume.

Eu próprio, que estive casado durante 51 anos – 1958 a 2009 – utilizei o método algumas vezes, felizmente não muitas. Penso que a maior parte tem conhecimento que sou viúvo e que, se a minha mulher não tivesse “partido”, teríamos, agora, 58 anos de convivência.

Disse o Papa Francisco que, na convivência, “entre todas as coisas aquilo que mais pesa é a falta de amor. Pesa não receber um sorriso, não ser recebido. Pesam certos silêncios”. Noutra ocasião, disse o mesmo Papa Francisco, que, no casamento, há três palavras mágicas, que o casal teima em esquecer:” PEDIR LICENÇA, OBRIGADO E DESCULPA”.

“O matrimónio é uma longa viagem que dura toda a vida, necessitando da ajuda de Jesus para os cônjuges caminharem juntos com confiança, para se acolherem um ao outro todos os dias, e se perdoarem todos os dias” - Palavras de Francisco, noutra catequese."

da net

publicado por emcontratempo às 11:59

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