O desafio dos nossos dias...

13
Mai 10

 

"Um grande milagre de Fátima: A renovação espiritual e política de Portugal

Preâmbulo: grandezas e renúncias do Portugal católico, das origens a 1917.

 
 
Uma terra de eleição.
 
A Rainha do céu jamais faz algo por acaso. Assim, não foi sem razão que, em 1917, escolheu Portugal para trazer ao mundo a devoção ao seu Coração Imaculado: Portugal sempre foi uma terra mariana.
 
Desde o início de sua história1, tão logo a antiga Lusitânia romana fora liberada de três séculos de ocupação muçulmana pelos cruzados franceses, seu primeiro rei, Afonso Henriques, neto do duque de Borgonha, colocou o país sob a proteção de Nossa Senhora, declarando-a padroeira da dinastia e da nação. Corria o ano de 1139.
.../....
Contudo, no meio do povo, e especialmente entre os camponeses, a fé continuava profunda, especialmente na região de Fátima. Em maio de 1916, um ano antes das aparições de Nossa Senhora, uma cruzada do rosário teve tamanho sucesso que as igrejas de Lisboa se encheram para as práticas em honra da Rainha do céu. Fato notável: no meio do povo se via muitos oficiais uniformizados.
 
...Mas, desde então, Portugal continua a escorregar na apostasia religiosa e na corrupção das democracias modernas72. A luz da fé se conserva, contudo, na gente do interior sempre fiel ao terço e à Fátima."
...
 
(leia neste blog acima mais sobre o assunto)

 

 

Virgem Mãe, adeus!

 

Oh Virgem do Rosário,

de Fátima, Senhora,

de Portugal Rainha,

dos homens protectora.

 

Oh Virgem do Rosário,

de Fátima Senhora,

do vosso Santuário,

forçoso é ir-me embora.

 

Uma prece final,

ao deixar-Vos, Mãe de Deus:

viva sempre em minha alma

este grito imortal:

Oh Fátima, adeus,

Virgem Mãe, adeus!

Oh Fátima, adeus,

Virgem Mãe, adeus!

 

De vós me aparto, ó Virgem,

Eis o grito de dor

que solta ao despedir-se,

o pobre pecador.

 

De Vós me aparto ó Virgem,

Eis o grito de dor...

Acolhe, Mãe bondosa,

este último clamor.

 

De Vós me aparto ó Virgem,

deste local bendito,

onde a saúde e a paz,

sois do enfermo aflito.

 

De Vós me aparto ó Virgem,

deste local bendito,

onde encontra perdão,

o coração contrito.

 

de Vós me aparto ó Virgem,

desta montanha santa,

onde Jesus é querido,

onde a piedade é tanta.

 

De Vós me aparto, ó Virgem,

desta montanha santa,

que o coração nos prende,

que a nossa alma encanta.

 

De Vós me aparto ó Virgem,

o pranto aos olhos vem,

mas sente-se feliz

quem Vossa benção tem.

 

de Vós me aparto ó Virgem,

o pranto aos olhos vem,

Adeus! - Repito e choro,

Adeus, saudosa Mãe!

publicado por emcontratempo às 23:56

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