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(Em)contratempo

O desafio dos nossos dias...

(Em)contratempo

O desafio dos nossos dias...

Senhora das Graças

27.11.08, emcontratempo

 

 

 

Senhora das Graças

Vós concedeis maravilhas

A ti Senhora agradeço,

por tudo aquilo que faças

amparai as minhas filhas.

P'lo pouco que tenho pedido,

em aflição e desalento,

e pelo que tenho obtido,

obrigado a cada momento.

 Peço Senhora que sejas

para elas o seu escudo

e que sempre as protejas,

Senhora, obrigado por tudo.

peregrina (2008.11.27)

Aniversário - Parabéns

19.11.08, emcontratempo

 

 

              Amigo

              limitado pelo sofrer

              bastante. Luta e

              inunda

              no seu redor persistência, faz,

              o esforço de viver!

          

             peregrina (2008.11.19)

Sr Padre Idalmiro

18.11.08, emcontratempo

 

 

Partiu para o Pai.

Deixa-nos mais pobres,

no anúncio da Palavra,

no sorriso,

no conselho,

na palavra amiga,

até naquela lágrima

sentida que nos fazia deitar,

ao sensibilizar-nos,

ao incitar-nos,

ao responsabilizar-nos,

na vida quotidiana.

Não pretendo ofender ninguém,

mas,

perdeu-se, o maior orador

do Pico desde os tempos

que eu escuto a Palavra.

O Pico está de luto.

Paz à sua alma.

poesia - Estrelícias

12.11.08, emcontratempo

 

 

 

estrelicias

Flores!...Flores!...

Contemplá-las

é perder-me na órbita

de um céu envolvente

em amarelos luz.

É deliciar-me à volta,

envolta e solta,

em carícias

num mar de delícias,

Lindas!... Lindas!...

As estrelícias!

peregrina (2008.11.12)

ECCN - À nossa escola, Parabéns!!!

10.11.08, emcontratempo

 

 

 Letra do Hino

 

Cada bago é uma letra, cada pedra é uma palavra

Cada aula é uma etapa, na vida feita de lava.

 

No livro incerto da vida, aprende a fazer o bem

Em cada folha sabida, na escola que a gente tem.

 

Há um sonho que se faz, na montanha que abençoa

Amanhã serás capaz, de seres um outra pessoa.

 

Cardeal foi o patrono, o livro de cada Ilhéu

A escola é este sonho, que um dia aconteceu.

 

Cada passo é uma prova, cada tempo é uma lufada

Cada livro nos renova, a nascer do quase nada.

 

O estudo do dia a dia, é uma festa no horizonte

Quero sentir a alegria, subir e passar a ponte.

 

Há um sonho que se faz, no sumário que se dita

Amanhã serás capaz, vai em frente e acredita.

 

Cardeal foi o patrono, o livro de cada Ilhéu

A escola é este sonho, que um dia aconteceu.

 

Cardeal foi o patrono, o livro de cada Ilhéu

A escola é este sonho, que um dia aconteceu

 

À nossa escola com futuro, do futuro e para o futuro, da qual muito nos honramos e honraremos, muitos parabéns pelo seu 12º. aniversário!

O nosso Moleiro

07.11.08, emcontratempo

  

O chapéu esbranquiçado

de farinha sempre a cair

e o teu ar bem disposto

sempre, sempre a sorrir.

 

o teu rosto enfarinhado

e sorridente,

ficará sempre, sempre

guardado na nossa mente.

 

Faleceu ontem, o nosso moleiro, o sr. Joaquim da Moagem.

Assim lhe chamávamos.

Adorávamos que ele nos mostrásse como funcionava a moagem.

Que nos pesásse naquela balança grande.

Que nos emprestásse a sua bicicleta para andarmos.

Era para andármos naquela vereda que dava à moagem.

Neste tempo ainda não havia a estrada que cortou o Colégio em dois.

Já passaram alguns anos.

Recordo tudo isto com saudade.

Por todo o carinho e alegria com que nos aturavas, obrigado Sr. Joaquim!

O teu rosto sempre transmitia boa disposição.

Nunca te esqueceremos.

Que estejas lá, bem junto do Senhor!

Tu que a nós, crianças, deste atenção e amor!

Descança em Paz!

 

peregrina(2008.11.07)

Eleições Americanas e/ou Mundiais

04.11.08, emcontratempo

 

 

da net 

 

        Assim espero,

        uma reviravolta...

        mais solidariedade,

        mais economia,

        maior abertura,

        ponte Ocidente/Oriente,

        com Baarak Obama

        Afro-americano no poder,

        Lufada de ar fresco

        para política mundial!

        esperança de uma Africa

        ... sofrida e explorada

Que fazes aí criança?!

04.11.08, emcontratempo

 E eu lavada em lágrimas...

 lagrimas

da net 

-Que fazes ai criança,

sentada nesse penedo?!

-Quero ir ao cemitério,aaã aaã,

mas sózinha tenho medo.

 

-Que queres tu ir lá fazer,

se tu lá no vês ninguém?!

-Quero is beijar a campa, aaã,aaã,

a campa da minha mãe.

 

-Então tua mãe morreu,

sendo tu tão pequenina?!

-E morreu meu pai também, aaã, aaã,

enterrado numa mina.

 

Então com quem vives tu,

se já não tens pai nem mãe?!

-Eu vivo com meu irmão, aaã, aaã,

visto não ter mais ninguém.

 

-Então tu queres ir comigo,

que eu por ti velarei?!

bem haja minha senhora, aaã, aaã,

meu futuro encontrarei.

 

Estes versos decorei-os depois de os ter ouvido num teatro no Valverde, ainda em criança.

Desconheço o seu autor ou autores.

Sei que por esses anos íamos ao Valverde a pé ver o teatro que normalmente vinha de trás da Ilha, Piedade, ou Ribeirinha, não sei precisar.

Entre outros ficaram-se-me na memória estes versos que é de chorar até o coração se partir.

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