O desafio dos nossos dias...

29
Jan 09

Sistema frontal provoca mau tempo nos Açores

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por emcontratempo às 17:33

 

"Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só."

Amir Klink

 

Bom dia de amigos para todos!

E muito especialmente para os meus verdadeiros amigos!

publicado por emcontratempo às 14:41
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Há gente só,

precisando de nós!

 

Há gente medrosa,

precisando de ajuda!

 

Há gente tímida,

precisando de coragem!

 

Há gente forte,

precisando saber aplicar a sua força!

 

Há gente triste,

precisando da nossa alegria!

 

Há gente calada,

precisando da nossa conversa!

 

Há gente artista,

precisando da nossa tela!

 

Há gente que perdeu a auto-estima,

que precisa descobrir quanto vale!

 

Há gente que diz não saber nada,

que precisa de saber o quanto pode ser útil!

 

Há gente stressada,

que precisa da nossa calma!

 

Há gente apressada,

que precisa saborear o tempo!

 

Há gente brusca,

que precisa de uma ajuda pacífica!

 

Há gente perdida,

que precisa de se encontrar!

 

Há gente desmotivada,

que precisa que lhe dêem importância!

 

Há gente e gente!...

Que como eu,

... como tu,

... como eles,

precisa de mim, 

de ti,

de nós!

Há gente, por aí! 

peregrina

publicado por emcontratempo às 12:05

28
Jan 09

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO


 
 

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam.

E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

É elegante não ficar espaçoso demais.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

Educação enferruja por falta de uso."LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.  Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."

 E acrescento.... Para bom entendedor....meia palavra basta.

(matriz2006.blogs.sapo.pt)

publicado por emcontratempo às 16:11

27
Jan 09

Você já visitou alguma vez uma comunidade viva de cristãos realmente autênticos? Já participou de um encontro entre eles, ou conheceu mais de perto a vida de uma comunidade assim?
Se isso aconteceu, você terá percebido que as pessoas que a compõem desempenham funções diferentes; por exemplo: há quem tem o dom de falar e lhe comunica realidades espirituais que penetram profundamente na alma; há quem tem o dom de ajudar, de atender às necessidades dos outros e deixa você maravilhado diante dos sucessos alcançados em benefício daqueles que sofrem.
 

Há também quem ensina com tamanha sabedoria, a ponto de reforçar a fé que você já possui, ou ainda quem tem o dom de organizar ou de governar; há quem sabe entender todo próximo que encontra e é distribuidor de consolações aos necessitados.
É verdade, tudo isso você poderá experimentar; porém, aquilo que mais impressiona numa comunidade tão viva é o único espírito que a todos anima e que se tem a impressão de sentir pairar. Espírito esse que faz da comunidade uma única realidade, um só corpo.

 

“Há muitos membros e, no entanto, um só corpo.”

 

Também Paulo – e ele de um modo todo especial – se encontrou diante de comunidades cristãs vivíssimas, que nasceram justamente por causa da sua extraordinária palavra.
Uma dessas – ainda jovem – era a de Corinto, na qual o Espírito Santo tinha sido generoso em distribuir os seus dons, ou melhor, os carismas, como são chamados. Por sinal, naquele tempo se manifestavam carismas extraordinários, devido à vocação especial da Igreja nascente.
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Aconteceu, porém, que depois de ter feito a maravilhosa experiência da diversidade de dons distribuídos pelo Espírito Santo, essa comunidade conheceu também rivalidades ou desordens, justamente entre aqueles que tinham sido beneficiados por esses dons.
Foi necessário, então, dirigir-se a Paulo, que estava em Éfeso, para pedir esclarecimentos.

Paulo não hesita e responde numa das suas importantes cartas, explicando como devem ser usadas essas graças especiais.
Ele explica que existe diversidade de carismas, diversidade de ministérios, como o dos apóstolos ou o dos profetas ou ainda o dos mestres, mas que um só é o Senhor do qual eles provêm. Diz ainda que, na comunidade, existem operadores de milagres e de curas, pessoas com o dom excepcional para o atendimento aos necessitados, outras para o governo, como também há quem sabe falar línguas e quem sabe interpretá-las. Mas acrescenta que um só é Deus, onde têm origem esses dons.

Portanto, como os diversos dons são expressões do mesmo Espírito Santo, que os distribui livremente, não podem deixar de estar em harmonia entre si, não podem deixar de ser complementares. Esses dons não servem para uma simples realização pessoal, não podem ser motivo de vanglória, ou de afirmação de si, mas foram dados para uma finalidade comum: construir a comunidade. A finalidade deles é o serviço. Por isso, não podem causar rivalidades ou confusão.

Paulo, mesmo pensando em dons particulares que diziam respeito diretamente à vida da comunidade, é do parecer que cada membro dessa comunidade tem a sua capacidade, o seu talento, que deve ser usado para o bem de todos, e que cada um deve ficar satisfeito com aquilo que tem.
Ele apresenta a comunidade como um corpo, e se pergunta: “Se o corpo todo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se fosse todo ouvido, onde estaria o olfato? Realmente, Deus dispôs os membros, e cada um deles, no corpo, conforme quis. Se houvesse apenas um membro, onde estaria o corpo?” (cf. 1Cor 12,17-19) Mas, de fato,

 

“Há muitos membros e, no entanto, um só corpo.”

 

Se cada um é diferente dos outros, cada um pode então ser um dom para os outros; sendo, portanto, aquilo que deve ser e realizar o desígnio que Deus tem para ele em função dos outros.
Paulo vê na comunidade, onde os diversos dons funcionam, uma realidade à qual dá um nome esplêndido: Cristo. E com razão, pois este corpo tão original, composto pelos membros da comunidade, é realmente o Corpo de Cristo. Com efeito, Cristo continua a viver na sua Igreja, e a Igreja é o seu corpo. De fato, no batismo o Espírito Santo incorpora o batizando em Cristo, tornando-o assim membro da comunidade. Nela, todos foram transformados em Cristo, toda divisão é cancelada, toda discriminação é superada.

 

“Há muitos membros e, no entanto, um só corpo.”

 

Se o corpo é um só, os membros da comunidade cristã só atuam bem esse novo modo de viver se realizarem a unidade entre si; unidade que supõe a diversidade, o pluralismo. A comunidade não é como um bloco de matéria inerte, mas como um organismo vivo, composto por vários membros.
Para os cristãos, portanto, provocar divisões é o contrário do que devem fazer.

 

“Há muitos membros e, no entanto, um só corpo.”

 

Como, então, você viverá essa nova Palavra que a Escritura lhe propõe?
É necessário que você tenha um grande respeito pelas diversas funções, pelos dons e talentos da comunidade cristã.

 

Você deve abrir o seu coração para acolher toda a rica variedade da Igreja, e não só da pequena Igreja que você freqüenta e bem conhece, como a comunidade paroquial ou a associação cristã da qual participa, ou ainda o movimento eclesial do qual você é membro, mas de toda a Igreja universal, nas suas múltiplas formas e expressões.
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Deve sentir que tudo lhe pertence, pois você faz parte desse único corpo.
E da mesma forma como você cuida de cada membro do seu corpo físico e o protege, deve cuidar e proteger cada membro do corpo espiritual. (...) Você deve estimar a todos e também fazer tudo o que está ao seu alcance para que possam tornar-se úteis à Igreja do melhor modo possível. (...)
Você não deve desprezar aquilo que Deus lhe pede, no lugar em que você se encontra – por mais que o trabalho cotidiano possa lhe parecer monótono e sem grande sentido –, pois pertencemos todos a um mesmo corpo e, como membro dele, cada um participa da atividade de todo o corpo permanecendo no lugar que Deus escolheu para ele.
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Além disso, o essencial é que você tenha aquele carisma – como anuncia Paulo – que supera todos os outros: o amor. O amor para com toda pessoa que você encontra, o amor para com todos os homens da terra. Somente com o amor, com o amor recíproco, é que os muitos membros podem ser um só corpo.

 
Chiara Lubich
 

 

publicado por emcontratempo às 02:56

22
Jan 09

 

 

Santo Anjo do Senhor,

meu zeloso guardador

pois a ti me confiou,

a piedade divina,

hoje e sempre me rege

guarda e ilumina. Amen.

 

        Ensinou-ma meu pai quando era pequenina.

 

        E minha mãe ensinou-me foi:

 

Anjo da Guarda minha companhia,

Guardai a minha alma,

de noite e de dia.

publicado por emcontratempo às 00:27
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 Deus quer o nosso bem e a nossa felicidade.

  O mal é o resultado da nossa inexperiência."

                              (desconheço o autor)

 

"Quem julga as pessoas não tem tempo  para amá-las"

                               Madre Teresa

 

"Não existe caminho para a Paz;

 A Paz é o caminho"

                                 Mahatma Gandhi

publicado por emcontratempo às 00:05

19
Jan 09

 

 

Para que as celebrações litúrgicas adquiram um tom festivo, como deve ser seu timbre, há elementos a ter, obrigatoriamente, em conta. Um deles é o cuidado estético do espaço, preocupação que inclui, entre outros, os arranjos de flores dos diversos lugares da igreja que devem ser adornados. É um trabalho ao qual nem sempre se dá o devido valor e apreço, pois só se vê o efeito, o trabalho final; contudo, deveria ser cada mais valorizado, devido à sua importância fundamental.

As pessoas, normalmente senhoras, que “enfeitam” semanalmente a Igreja, com esforço, dedicação e, sobretudo, com devoção, estão, talvez sem o saberem, a desempenhar um autêntico ministério litúrgico. É óbvio que também neste ministério, como nos outros já abordados anteriormente, haverá aspectos a considerar, no sentido de melhorar tão relevante serviço à comunidade. Deixamos, neste sentido, algumas breves notas sobre o modo como aperfeiçoar esta tarefa.

- Os arranjos florais não devem ser, em si mesmos, o pólo atractivo, nem despertar excessiva atenção, pois estão em função e a realçar outros elementos mais importantes. Isto é, ao olhar um belo arranjo floral do ambão, o que se quer destacar é a importância e beleza da Palavra de Deus que se proclama no ambão e não das flores; o mesmo do altar, do sacrário, de uma imagem, etc. Os arranjos colocam-se para despertar a atenção de outras coisas mais importantes.

- Os arranjos florais têm, portanto, uma função indicativa, orientadora, isto é, a sua função é apontar para outras elementos. Por isso, o excesso de flores junto ao altar, ao ambão, ao sacrário, a uma imagem… pode prejudicar, se obscurece, se esconde o que se pretende destacar, se chama demasiado a atenção sobre si.

- Deverá ter-se em conta a harmonia do conjunto. Por isso, é importante que, quer sejam as mesmas pessoas a arranjar os diversos lugares, sejam distintas, haja um esforço por conseguir a unidade e o equilíbrio: nas cores, no tipo de flores, na quantidade.

- Usar sempre flores naturais. Para Deus, o belo é natural, nunca artificial.

- Nem todos os espaços da igreja têm que ser adornados. Por exemplo: os bancos, uma escadaria, uma janela… não têm que se alindar com flores, não são elementos prioritários no espaço litúrgico, mas de segunda importância.

- Evitar qualquer tipo de ostentação, tentação que pode ocorrer sobretudo em dias de festa, casamentos, etc. Na igreja, a beleza deve ser marcada sempre pela nobre simplicidade. Além disso, devem evitar-se gastos excessivos e supérfluos; a igreja deve manifestar a pobreza e simplicidade também neste aspecto.

Terminam-se estas linhas com um obrigado a todas as pessoas que, semanalmente, de forma abnegada, desinteressada, em atitude autêntica oração, se esforçam por manter belo o lugar onde louvam o Senhor. Só Deus vê todo o esforço e compensará."

www.sdplviseu.web.pt/zeladorasdaigreja.html

publicado por emcontratempo às 10:32
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16
Jan 09

 

 

 

Que saudades, Fátima!

a saudade, dói-nos,

aperta-nos o coração,

saudade da tua alegria,

da tua amizade,

da tua frontalidade,

da tua vontade de viver,

do teu conselho amigo,

de ti...

Faz hoje anos que nasceste para os céus.

e ....

e nós ficamos sem a tua presença física...

sem tudo o que uma falta faz.

mas...

ficámos contigo sempre a pedir por nós,

temos a certeza disso.

Sim sabemos que pedes por todos,

sim todos os teus mais queridos

que ainda vagueiam neste mundo.

Daqui te enviamos um beijinho,

um punhado de estrelas de luz,

que te iluminem sempre mais

para que vejas a majestosa face do Pai Celeste.

peregrina

publicado por emcontratempo às 16:42

14
Jan 09

 

 

Vem a noite

com seu silêncio...

há uma arajem,

um vento mansinho.

as estrelas surgem,

preenchem os céus,

salpicando e cintilando,

devagarinho.

A lua passeia-se,

ilumina canadas,

veredas, tapadas,

estradas,

subtil e linda

desde temporadas.

A chuva veio,

molhou os campos.

A neve caiu de brancura

em leves flancos.

E para mim,

vieram sonhos,

ilusões,

alegrias,

medos,

paixões,

dúvidas,

segredos e...

...e tu?!

...tu porque não vieste?!

Porquê???

peregrina

publicado por emcontratempo às 14:50

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