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(Em)contratempo

O desafio dos nossos dias...

(Em)contratempo

O desafio dos nossos dias...

Pela semana dentro...

31.08.09, emcontratempo

 

 

"Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim"

 

«Ouvi-Me e procurai compreender.
Não há nada fora do homem
que ao entrar nele o possa tornar impuro.
O que sai do homem é que o torna impuro;
porque do interior dos homens é que saem os maus pensamentos:
imoralidades, roubos, assassínios,
adultérios, cobiças, injustiças,
fraudes, devassidão, inveja,
difamação, orgulho, insensatez.
Todos estes vícios saem lá de dentro
e tornam o homem impuro».

(São Marcos 7, 1-8. 14-15. 21-23)

 

Por isso, não nos preocupemos tanto com a "aparência", com o gesto exterior, mas com o nosso interior, pois dele poderá brotar todos estes males...

 

... mas estamos cientes que pela escuta da Palavra e Pelo Pão Vivo, seremos, se quisermos, mais puros, mais amigos, mais caridosos, em suma, mais cristãos.

 

 Pensemos nisto!!!

 

Alegria

30.08.09, emcontratempo

 

 

Temos tantas alegrias na nossa vida,

e tantas vezes passamos ao lado sem as experimentar!

 

A alegria de nos levantarmos todas as manhãs!

A alegria de estarmos vivos!

A alegria de podermos ver o sol ou a chuva!

A alegria de termos uma casa acolhedora!

A alegria de termos um trabalho ou uma tarefa a realizar!

A alegria de termos amigos, uma família que nos ama!

A alegria de sabermos que deus nos ama de verdade!

A alegria de encontrarmos um sorriso!

A alegria de sorrirmos para os outros!

 

E depois, a alegria de sabermos que, um dia,

ou uma noite, partiremos para uma "outra terra",

nos braços de Deus Pai!

A alegria de sabermos que o sorriso se abrirá para nós,

quando na morte adormecermos.

 

M. Delbrei

(in calendário das missões 2007)

 

Vê essa concha

29.08.09, emcontratempo

 

 

São tuas mãos.

Aperta os dedos com jeito,

mas que um pouco de água te escape.

Antes de tomar dá de beber

a um grão do pó do chão, a um insecto,

a uma folha seca, a um galho de canela,

a um mito de outros povos, a um duende,

a um fio do vento, a um ar do sol,

a uma criança e a um velho.

O que sobrou é a tua parte.

Bebe.

 

Carlos Rodrigues Brandão

(in calendário das missões 2007)

...

28.08.09, emcontratempo

 

 

A beleza não existe sózinha.

Constrói-se em parte, nos olhos e na perspectiva de quem VÊ.

blog (Alinadejardineira)

De regresso às suas vidas

27.08.09, emcontratempo

 

Terminaram as férias.

A tia Jesus foi anteontem.

Vão hoje, o tio Luís, o tio António

e respectivas famílias.

É vão embora!

Nós, ...

nós ficamos mais pobres.

Mais pobres do seu franco convívio.

Dos seus risos,

das suas conversas em alegre cavaqueira.

Mas é assim a vida.

O trabalho os espera.

E também nós cá,

há que continuar.

Até a uma próxima.

Cada vez mais vivida,

neste são encontro

com os familiares de cá e de lá.

... e nós a acenar,

de lágrimas nos olhos,

até à próxima!

Boa viagem!

peregrina 2009.08.27

Tua Palavra, Senhor!

25.08.09, emcontratempo

 

"Senhor, a quem iremos?!

 Só Tu tens Palavras de Vida Eterna!"

João, 6,68

 

 

Senhor,

a tua Palavra,

incomoda-nos,

desinstala-nos,

mexe connosco,

Obrigado, Senhor!

 

Aderir à Tua Palavra,

é acreditar em Ti,

é ser-Te fiel,

é comunicá-La aos outros

pelo nosso caminhar,

comprometido,

corajoso,

firme,

caridoso.

Iluminados pelo Teu Espírito,

ardente e amoroso!

Momentos & Deambulações

19.08.09, emcontratempo

 

 

As palavras chegam dos currais,

morenos e luzidios ao sol.

Bafejados beijos aquecem minha alma,

nesta tarde cinzenta.

Envolvo-me no burburinho

daqueles que passam.

Não, não quero!

Arrepia-me esse stress.

Parem!!!

Olhem estas parreiras

prenhas de cachos!

Inalem este perfume!

Saboreiem estes sensuais gostos!

Além,

olhem,

lá a meio canal,

de asas abertas, planando,

como que a abraçar as ilhas,

uma gaivota!

Embriagada de sol,

passeia-se por aí.

Que maravilhas!

Aqui,

mesmo ao lado,

os incensos e faias,

frondosos e pacientes,

esperam uma lufada de tarde,

fresca e amena.

Ali,

dos cachos dos silvados,

há pouco floridos,

pendem negros e suculentos frutos,

as amoras, luzentes

sob o olhar do Verão ensolarado.

Enternecidos,

estremecem os ramos soltos,

e envoltos na brisa de Agosto.

E eu ...

eu, me quedo,

ante aquele beijo,

entrelaçada em teus braços,

me protejo.

E ficamos.

Acenando à tarde,

e esperando a lua,

adormecemos em sonhos!

peregrina (2009.08.19)

 

 

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