O desafio dos nossos dias...

06
Ago 09

 

 

 

Senhor Bom Jesus!!!

publicado por emcontratempo às 13:58

05
Ago 09

 

" É o comer que faz a fome"

 

Eça de Queirós

publicado por emcontratempo às 11:24

04
Ago 09

 

 

A Esperança conforta a alma, a honra e a vida.

(desconheço o autor)

publicado por emcontratempo às 18:29

 

 so_joo_maria_vianney-2[1]

Santo Cura Darc's - Patrono dos Sacerdotes

 

(palavras de Santo Cura Darc's)

 

 

 

 

Misericórdia e sacramento do perdão

 

Se compreendêssemos bem o que significa ser filho de Deus, não poderíamos fazer o mal [...]; ser filho de Deus, oh, que bela dignidade!

 

A misericórdia de Deus é como um rio que transbordou. Ao passar, arrebata os corações.

 

Não é o pecador que retorna a Deus para lhe pedir perdão, é Deus que corre atrás do pecador e o faz voltar para Ele.

 

Demos, portanto, esta alegria a esse Pai tão bom: voltemos a Ele... e seremos felizes.

 

O bom Deus está sempre disposto a nos receber. Sua paciência nos espera!

 

Há quem volte ao Pai Eterno um coração duro. Oh, como essas pessoas se enganam! O Pai Eterno, para desarmar sua justiça, deu a seu Filho um coração excessivamente bom: não damos o que não temos...

 

Há quem diga: “Agi mal demais; Deus não pode me perdoar”. Trata-se de uma grande blasfêmia. Equivale a impor um limite à misericórdia de Deus, que não tem limites: é infinita.

 

Nossos erros são grãozinhos de areia em comparação com a grande montanha da misericórdia de Deus.

 

Quando o sacerdote dá a absolvição, precisamos pensar apenas numa coisa: que o sangue do bom Deus se derrama sobre nossa alma para lavá-la, purificá-la e torná-la bela como era depois do batismo.

 

O bom Deus, no momento da absolvição, joga nossos pecados para trás das costas, ou seja, esquece-os, apaga-os: não reaparecerão nunca mais.

 

Já não há o que falar dos pecados perdoados. Foram apagados, não existem mais!

 

 

A Eucaristia e a comunhão

 

Todas as boas obras, juntas, não se equivalem ao sacrifício da Missa, pois são obras dos homens, enquanto a Santa Missa é obra de Deus.

 

Nada há tão grande quanto a Eucaristia.

 

Oh, filhos meus, o que faz Nosso Senhor no Sacramento de seu amor? Toma seu coração bom para nos amar, e extrai desse coração uma transpiração de ternura e misericórdia, para sufocar os pecados do mundo.

 

Aí está aquele que tanto nos ama! Por que não amá-lo?

 

O alimento da alma é o corpo e o sangue de um Deus. Se pensarmos nisso, havemos de nos perder eternamente nesse abismo de amor!

 

Venham à comunhão, venham a Jesus, venham viver d’Ele, para viver para Ele.

 

O bom Deus, querendo oferecer-se a nós no sacramento de seu amor, deu-nos um desejo grande e profundo, que só Ele pode satisfazer.

 

A comunhão produz na alma uma espécie de lufada de ar num fogo que começa a se apagar, mas em que ainda ardem muitas brasas!

 

Depois que comungamos, se alguém nos dissesse: “O que você leva para casa?”, poderíamos responder: “Eu levo o céu”.

 

Não digam que não são dignos disso. É verdade: vocês não são dignos, mas precisam disso.

 

 

A oração

 

A oração nada mais é que a união com Deus.

 

A oração é uma doce amizade, uma familiaridade surpreendente; [...] é um doce colóquio de uma criança com seu Pai.

 

Quanto mais rezamos, mais queremos rezar.

 

Vocês têm um coração pequeno, mas a oração o alarga e o torna capaz de amar a Deus.

 

Não é para as longas nem para as belas orações que o bom Deus olha, mas para as que vêm do fundo do coração, com grande respeito e verdadeiro desejo de agradar a Deus.

 

Como um pequeno quarto de hora que roubamos a nossas ocupações, a uma série de coisas inúteis, para rezar, lhe dá prazer!

 

A oração particular assemelha-se à palha espalhada aqui e ali num campo. Se lhe ateamos fogo, a chama tem pouco ardor, mas, se reunimos a palha espalhada, a chama se torna abundante e se eleva para o alto do céu: o mesmo se dá com a oração pública.

 

O homem é um pobre que precisa pedir tudo a Deus.

 

O homem tem uma bela função: rezar e amar. [...] Essa é a felicidade do homem na terra.

 

Vamos, minh’alma, vai conversar com o bom Deus, trabalhar com Ele, caminhar com Ele, lutar e sofrer com Ele. Trabalharás, mas Ele abençoará teu trabalho; caminharás, mas Ele abençoará teus passos; sofrerás, mas Ele abençoará tuas lágrimas. Como é grande, como é nobre, como é consolador fazer tudo em companhia e sob o olhar do bom Deus, e pensar que Ele tudo vê, tudo enumera!...

 

 manifestoano%20sacerdotal[1]

O sacerdote

 

A ordem: é um sacramento que não parece dizer nada a nenhum de vocês, mas diz respeito a todos.

 

É o sacerdote quem continua a obra da Ressurreição na terra.

 

Quando vocês vêem o sacerdote, pensem em Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

O sacerdote não é sacerdote para si mesmo, mas por vocês.

 

Tentem se confessar com a Santa Virgem ou com um anjo. Eles os absolverão? Darão o corpo e o sangue de Nosso Senhor a vocês? Não, a Santa Virgem não pode trazer seu divino Filho na hóstia. Ainda que vocês tivessem duzentos anjos a sua disposição, eles não poderiam absolvê-los. Um sacerdote, por mais simples que seja, pode fazer isso. Ele pode lhes dizer: vão em paz, eu os perdôo.

 

Oh, o sacerdote é algo realmente grande!

 

Um bom pastor, um pastor de acordo com o coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus pode conceder a uma paróquia, e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina.

 

O Sacerdócio é o amor do coração de Jesus.

 

Deixem uma paróquia vinte anos sem sacerdote: ali os animais serão adorados.

 

 

A Virgem Maria

 

A Santa Virgem é essa bela criatura que nunca desagradou ao bom Deus.

 

O Pai adora contemplar o coração da Santíssima Virgem Maria, como a obra-prima de suas mãos.

 

Jesus Cristo, depois de ter-nos dado tudo o que nos podia dar, quis ainda fazer-nos herdeiros do que tem de mais precioso, sua Santa Mãe.

 

A Santa Virgem nos gerou duas vezes: na encarnação e aos pés da Cruz; logo, é nossa Mãe duas vezes.

 

Não entramos numa casa sem falar com o porteiro! Pois bem: a Santa Virgem é a porteira do Céu!

 

A ave-maria é uma oração que não cansa nunca.

 

Tudo o que o Filho pede ao Pai lhe é concedido. Tudo o que a Mãe pede ao Filho também lhe é deferido.

 

O meio mais seguro de conhecer a vontade de Deus é rezar a nossa boa Mãe.

 

Quando nossas mãos tocaram um aroma, perfumam tudo o que tocam. Façamos nossas orações passarem pelas mãos da Santa Virgem: ela as perfumará.

 

Creio que, no fim do mundo, a Santa Virgem ficará muito tranquila, mas, enquanto durar o mundo, ela é puxada de todos os lados..."

 www.annussacerdotalis.org

 

http//leitorcritico.wordpress.com/2008/02/18/frases-de-sao-joao-maria-vianney

nabeto.blogspot.com/2008/04/so-joo-maria-vianney-o-cura-dars.html

publicado por emcontratempo às 15:16

03
Ago 09


Todo mundo tem conflitos com amigos, família ou colegas em algum ponto. Tais confrontos costumam ser estressantes, mas você pode aliviar a pressão mantendo-se calmo e controlado, mas defendendo-se e sendo assertivo.

Fique Calmo
É importante ficar calmo numa confrontação, para poder ouvir bem e pensar racionalmente. Você e a outra pessoa devem se distanciar das opiniões e se concentrar nos fatos. Ouça o que está sendo dito e mantenha olho no olho para criar empatia e dar a você mesmo a oportunidade de captar as reações do outro. Se ficar nervoso ou na defensiva, concentre-se em ser receptivo e envolvente em relação à outra pessoa.

Procurar um Acordo
Tente achar uma solução em que todos saiam ganhando. Pense no que você quer e no que o outro quer, e veja se é possível ceder algo. Para sair de um impasse, procure um assunto sobre o qual vocês concordem, desde um detalhe pequeno, como o tempo que ambos têm para discutir, até algum princípio fundamental -o fato da questão, por exemplo, ter a ver com justiça. Isso melhora o clima da negociação, tornando-a mais conciliatória.

Usar uma Linguagem Corporal Assertiva
Em situações de conflito, é útil estar o mais relaxado fisicamente possível. Evite movimentos rápidos, bruscos, e posturas defensivas ou agressivas. Tente parecer o mais aberto e acessível que puder, para indicar que está preparado para ouvir. Incline seu corpo levemente em direção à pessoa para indicar sua disposição em se comunicar e se entender bem. Evite cruzar os braços ou pernas, pois são gestos do tipo "barreira" que indicam postura defensiva. Aceite as opiniões da outra pessoa com sinais de cabeça e mantenha olho no olho para indicar que está ouvindo. Explique que você não concorda necessariamente com o que a outra pessoa diz -frases úteis são, por exemplo, "eu preciso pensar nisso com mais calma depois" ou "é possível".

Soar Assertivo
Para transmitir força e clareza, seu tom de voz tem de ser forte e claro. Vozes nervosas têm um tom frágil e trêmulo e implicam que você receia ser engolido pelo ponto de vista da outra pessoa. Para soar mais explícito e decidido, certifique-se de respirar bem, inalando profundamente. Você pode praticar soar mais explícito baixando o tom da voz. Faça uma declaração forte num tom de voz volumoso, por exemplo, "Não, eu não quero fazer isso". Conforme chegar ao final da frase, faça um movimento decidido para baixo com a mão. Você verá que seu tom também baixa, fazendo com que você transmita uma autoridade firme.

Exercícios
Pratique respirar profundamente. Então, ao exalar, tente projetar sua voz pelo quarto.
Projete a voz pronunciando cada consoante claramente e falando mais alto do que o usual.
Se sentir a garganta apertada, tente bocejar (discretamente) para alongar e relaxar esses músculos tensos.

Lembre-se
Escolha as palavras com cuidado ao lidar com conflitos -seja honesto e positivo, mas tenha tato

Você sabia?
Uma técnica para administrar conflitos é a neutralização, que consiste em tirar o "ferrão" das palavras, dizendo as coisas de outro modo. Se alguém diz "Não agüento mais meu chefe", você pode retrucar:"Então quer falar sobre como melhorar a relação com seu gerente?".

(tirado da net)

publicado por emcontratempo às 17:20

 

 

Pois, é verdade.

Ainda duvidei, porquê?

Eu já sabia que ela era assim.

Distânciada,

fingida,

única,

renitente,

embora culpada,

nunca se deu à culpa.

Mas, depois disto,

tudo isto deixa de interessar.

Que aparato!

Como é possível!

Inveja, será?!

De quê?!

É impossível!

Agora fico-me por aqui.

Já tem bastante.

Cumpri a minha missão.

Fiz o que a consciência acusou,

para não sentir o peso do remorso.

Ela, ela não.

Ela manteve-se na sua.

Fechada no seu egoísmo,

no seu orgulho.

Tentando esquecer,

coloco-me no meu lugar.

Mas, é triste.

Amigas, amizade, como?!

São poucas e raras.

 

publicado por emcontratempo às 12:58

 

 

 

Em casa de meus pais, e por esses tempos da minha infância era costume colocar-se uma ferradura atrás da porta.

Era usada para dar sorte e contra os invejosos, que só com os olhos "comiam" tudo.

Agora, se se usam, serão apenas objectos de decoração.

publicado por emcontratempo às 12:42

 

 

De regresso ao Pico, por umas semanas.

A  M.J. chega hoje.

 

 

 

 

publicado por emcontratempo às 12:36
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Questão:  Como nasceu o hábito dos casais andarem de mãos dadas?

Resposta:  Foi um procedimento de iniciativa masculina...
                  "Se eu a soltar, ela vai às compras."

 

publicado por emcontratempo às 12:34
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