O desafio dos nossos dias...

16
Dez 09

 

 

 

Natal a assoalhar e Páscoa ao luar.

sabedoria popular Dezembro

publicado por emcontratempo às 16:23

... e vinham muitas roupas sim, ...

 

Primeiro vinham do Brasil, (Rio de Janeiro, São Paulo, Petrópolis)?

 

Depois...

 

Depois vinham da América, mais concretamente da Califórnia (San Pablo).

 

Vinha uma saca por ano.

 

Era quase sempre perto do Natal.

 

Recebíamo-la como prenda do Menino Jesus.

 

... e tudo se procurava aproveitar.

 

Tudo se concertava à nossa maneira.

 

Faziam-se outras obras, de vestidos, camisas, calças, etc...

 

Por vezes davam outros vestidos para as crianças, saias, até se faziam toalhas aos quadrados ligadas com bonitas pontilhas, tudo, tudo a rigor.

 

Panos de pão, de tabuleiro...

 

Hoje guardo saudosamente alguns, feitos por minha mãe.

 

Habituei-me a isto, ainda hoje procuro dar outra utilização àquilo que deixa de servir...

 

Até mesmo as peças de roupa que não servissem para mais nada, cortavamo-las às tirinhas, mandávamos tecer.

 

Este trabalho era feito a maior parte, por meus pais, quando ficavam sós, durante o dia enquanto íamos trabalhar e as miúdas para a escola.

 

Para além de verem televisão, este era um dos seus entretenimentos.

 

Cortar, cozer e enrolar em novelos multicolores.

 

À chegada das netas, faziam um breve intervá-lo.

 

Oh Maria, oh Isabel, toca a comer qualquer coisa.

 

Um pãozinho com doce caseiro e um copo de leite, era quase sempre o lanche.

 

E, dizia ele:

 

- Agora toca a fazer as coisas da escola.

 

Ah, mas... dizia a avó:

 

- Vocês vão num instante e "arrecolham" a roupa, pois depois fica chirenada.

 

E... retorquia o avô:

 

- Olha, vão vocês também "tratar dos bichos", isto porque para ele já não era possível.

 

Passava os dias sentado na cadeira de rodas a cortar os retalhos.

 

Tá bem, diziam elas.

 

Neste dia, não dava para irem para "o combinado".

 

O combinado era detrás de casa, na vinha do avô, um cantinho onde haviam guardado uns textos de pratos, conchas, pauzinhos, e dos brinquedos que tinham.

 

Hoje tenho várias e bonitas colchas do tear.

 

Foram feitas na Criação Velha, pelas irmãs Tavares.

 

São peças que hoje já não se fazem na Ilha.

 

As tecedeiras, arrumaram o tear, é peça de museu.

(continua)

 

Agosto 2006         Manomero

publicado por emcontratempo às 16:16
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 Mão

5 - Dedo mindinho,

4 - seu vizinho,

3 - pai de todos,

2 - fura bolos

5 - e mata piolhos.

publicado por emcontratempo às 16:11

 

santa nostalgia caderno escolar joao de deus 03

 

santa nostalgia caderno escolar joao de deus ccapa

in (www.santa-nostalgia.blogspot.com)

 

Ainda guardo religiosamente alguns, com trabalhos e apontamentos do meu tempo, uns da escola e outros de quando andava no Externato.

publicado por emcontratempo às 16:02
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"No Inverno, os ramos nus que parecem dormir trabalham em segredo,

preparando-se para  a Primavera"

Rumi

(in calendário das missões 2007 - LIAM)

publicado por emcontratempo às 16:00

 

 

Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico:

 

estado de quem é acometido por uma doença rara provocada pela aspiração de cinzas vulcânicas.

publicado por emcontratempo às 15:58

 

 

 

 

 

 

 

Maria da Conceição Pinto da Rocha
Fundadora das Imãs Reparadoras Missionárias da Santa Face
1889-1958

 

Maria da Conceição Pinto da Rocha nasceu a 16 de Dezembro de 1889, em Viana do Castelo, passando nesta cidade, quase toda a sua vida “escondida em Cristo”.

Faleceu a 2 de Outubro de 1958, com 69 anos de idade.

 

 

 

 

 

 

publicado por emcontratempo às 15:57

 

da net

Pequena baleia morta no porto da Formosinha.

publicado por emcontratempo às 15:50

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