O desafio dos nossos dias...

19
Dez 09

 

 

Amo-Te Jesus, ajuda-me a amar-Te sempre mais e mais.

 

Quando esqueço o que sofro e vejo o sofrimento dos outros.

Quando olho mais para fora do que para dentro de mim.

Quando mesmo possuindo a razão oro pelo que m'a tirou.

 

 

 

Quando preciso de concentrar-me mais em Ti.

Quando levo aos outros uma palavra de compreensão.

Quando fico em silêncio, para não conflituar.

Quando escuto de mim e fico indiferente.

Quando pisam o meu caminho e cedo passagem.

 

Afinal, nada disto é meu!

Estou aqui porque Tu queres,

porque me concedes o dom da vida!

 

Logo, a cada dia que passa, preciso louvar-Te,

agradecer-Te, sempre mais e mais.

 

Mas, sabes Jesus!

Não sou nenhuma santa,

a revolta interior que sinto,

é dura de roer.

O espirito indica, mas...

 mas sou frágil.

 

Por isso, Jesus,

abeirei-me do sacerdote,

pedi perdão,

queria não voltar a pecar.

 

Tenho consciência do que devo fazer,

mas, Jesus, nem sempre conseguirei.

Alegra-me a certeza do Teu perdão,

por isso confio em Ti, Jesus.

 

Confio na protecção da Tua Santa Mãe.

Sei que nada lhe pedimos com fé,

que não nos dê.

 

Ela, a mãe das Dores.

Ela a Virgem Santa Maria,

Ela a Senhora da Conceição,

Ela, a Mãe de todos os homens,

Ela a Mãe de todas as Invocações.

 

Manomero 2009.12.09

publicado por emcontratempo às 12:34
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Olhai

Jovens-velhos como eu!

Aquelas crianças rotas

que caminham de mãos dadas

magoando os pés no saibro das estradas:

são dois irmãozinhos de três anos...

 

- Não vedes nada?

 

- Eu vejo a castidade mais pura,

a simplicidade e a ternura...

 

E vejo a Deus!

 

(da compilação extraviada do livro em "preparação": "Da vida para o mundo", prefaciado por Almeida Firmínio)

 

publicado por emcontratempo às 12:31

 

 

"Ao casamento e à morte nunca chegamos convenientemente preparados".

 

publicado por emcontratempo às 12:26

 

 

" A finalidade da universidade é a aquisição de um conhecimento científico da verdade, de toda a verdade."

João Paulo II

publicado por emcontratempo às 12:20

 

Soneto que encontrei num almanaque antigo que a sra. Leonorzinha Cristiano me deu, há anos...

Fala-nos de luz.

Nós nesta quadra, estamos preparando a vinda da LUZ, a Luz que o Pai nos deu, a Luz da nossa vida , a Luz que dá Luz, a Luz da visão da luz.

A LUZ da LUZ!!!!

 

"Luz Bendita

 

(Soneto que obteve o 3º. prémio nos jogos Florais do Atneu Comercial do Funchal em 1946)

 

Para ti pequenina e querida Raquel

 

O céu abriu o manto das estrelas,

olhos de oiro no vasto azul astral...

E nessa noite fulva, musical,

meu sonho desprendeu-se e foi-se com elas.

 

Eram meus braços duas sentinelas,

erguidas na magia sideral...

Orava o meu silêncio original,

à luz tremeluzente das estrelas.

 

Senhor! Que tendes tanta luz distante,

dai um farol ao meu amor errante

que seja luz doirada e maravilha!

 

E Deus ouviu a prece e prometeu...

e não tardou um anjo que acendeu,

luz de estrelas no olhar da minha Filha!

 

Funchal , 12-10-1945

Rogério Oscar Correia

(in Trevo do Vale)

 

"Semana do Livro Açoriano”, realizada no Funchal, constituiu uma afirmação do valor intelectual das nossas ilhas. Rogério Óscar Correia, distinto poeta madeirense, mostrou-se satisfeito com o êxito que coroou a sua feliz iniciativa de realizar, no Funchal, por ocasião das Festas de Fim-de-Ano, “A Semana do Livro Açoriano”. Com a colaboração de Maria Mendonça, Dr. José Jacinto Pereira da Câmara e J. Silva Júnior, Rogério Correia conseguiu que o certame de elevado sentido intelectual e de intercâmbio insular, tivesse a presença das principais entidades oficiais e literárias das “Ilhas de Zarco”, além do interesse de numeroso público que acorreu.
Em anúncio publicado na Imprensa, o próprio Rogério Óscar Correia manifestou a gratidão pela colaboração prestada a esta iniciativa, destacando Maria Mendonça, Pereira da Câmara e J. Silva Júnior.
O “Açoriano Oriental”, de 26 de Janeiro de 1952, diz-nos que atingiu significativo êxito a iniciativa do poeta madeirense Rogério Correia, que reuniu algumas centenas de exemplares de livros açorianos, numa das salas da Academia de Música do Funchal, em cujas paredes se viam fotografias de S. Miguel e uma do Senhor Santo Cristo. No discurso que pronunciou na sessão solene de abertura, aquele inspirado poeta destacou, em reconhecimento, a valiosa colaboração de Maria Mendonça, José Jacinto Pereira da Câmara e J. Silva Júnior."

in jornal "Açoriano Oriental"

publicado por emcontratempo às 12:12

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