O desafio dos nossos dias...

22
Jan 10

O Centro salesiana em Inharrime chama-se Centro Laura Vicuña. Mas, quem foi Laura Vicuña?

Nasceu a 5 de Abril de 1891 em Santiago do Chile. Filha de um alto militar e chefe político José Domingo Vicuña e Mercedes Pinto.

O Chile estava em guerra civil na altura do seu nascimento e com a queda do governo a família é obrigada a fugir para longe da cidade. O pai vem a falecer e deixa a família na miséria quando Laura tem apenas 2 anos.

A mãe, viúva com duas filhas, vai viver para as pampas Argentinas e junta-se com um homem muito bruto e violento, Manuel Mora.

A 1900, entra como interna do colégio das Irmãs Salesianas de Maria Auxiliadora em Junin de Los Andes na Argentina.

Enquanto se preparava para fazer a sua 1ª comunhão, toma conhecimento, nas aulas de moral, que a sua mãe vive contra a vontade de Deus, ou seja, em união de facto. Resolve então, no dia da sua primeira comunhão, oferecer a sua vida em sacrifício para a salvação da alma da sua mãe.

Depois de muita insistência, consegue finalmente ser admitida como “Filha de Maria” onde consagra a sua pureza à Santíssima Virgem.

Quando vai passar as férias do Natal a casa da mãe, Manuel Mora tenta abusar dela e, como não consegue, bate-lhe brutalmente. Esta, vê-se obrigada a fugir, mas a sua saúde começa a debilitar-se.

Na sua agonia final, conta à mãe o seu sacrifício e obtém dela a promessa de deixar definitivamente aquele homem.

Laura Vicuña morre a 22 de Janeiro de 1904. A mãe, cumprindo a sua promessa consegue fugir daquela região.

Após muitos milagres por sua intercepção, Papa João Paulo II beatifica-a em 1988. Laura Vicuña torna-se a padroeira das vítimas de incesto e maus-tratos por parte dos pais. A sua festa celebra-se a 22 de Janeiro.

www.amigosinharrime.blogspot.com

publicado por emcontratempo às 22:30
tags: ,

 

 

Oh vizinho de há anos!

Foste embora.

Ontem deixaste os teus.

Ontem diexaste-nos.

Deixaste um vazio.

Transmitias alegria.

Aquela segurança,

que tinhas ao volante,

inspirava confiança.

No vaivém diário

do teu trabalho,

nas camionetas.

As camionetas da carreira

como assim chamávamos.

Olha!

 Sabes,

que a boa disposição,

a amizade

que sempre fluia

dos teus gestos,

ficará sempre connosco!

É assim.

Aquilo que mais nos dói

é a partida.

E aquilo que mais nos toca

é o que rocordamos.

É a saudade.

Que o Senhor te compense,

por todo o bem que fizeste.

Que o Senhor te dê

o eterno descanço.

 

publicado por emcontratempo às 22:27

Janeiro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
13
16

23

30



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO