O desafio dos nossos dias...

27
Jan 10

 

 

" O Cristão nunca pode limitar-se a uma atitude meramente passiva, de puro receber. A cada um é dado um "dom" diferente, de acordo com a efusão do Espírito, mas para o proveito comum."

publicado por emcontratempo às 14:32

 

"

 
Alguma vez parámos para pensar quantas vezes sofremos inutilmente quando éramos pequenos?
Passámos parte da nossa infância a preocupar-nos «em vão». Facilmente nos angustiávamos pelo que sucedia à nossa volta: sofríamos se um amigo se zangava connosco, se lutávamos com os nossos irmãos; se os nossos pais nos olhavam aborrecidos, se nos repreendiam…
Curiosamente, também os nossos pais e adultos que nos rodeavam se preocupavam com uma facilidade incrível. Os motivos pareciam não importar, tudo constituía uma boa desculpa para sofrer, e passaram grande parte desses anos em «alerta» constante. Passavam mal se adoecíamos; continuavam a sofrer quando julgavam que éramos muito travessos, ou, pelo contrário, demasiado formais; se passávamos o dia a pedir coisas, ou se não nos atrevíamos a pedir nada… O caso era «não viver».
Curiosamente, com estes ensinamentos, quando éramos crianças aprendemos a estar «atentos» perante qualquer situação que pudesse ser motivo de desgosto, pena ou zanga, tanto para nós, como para os que nos rodeavam.

A educação, ontem e hoje, parece estar ao «contrário». Em vez de sensibilizar as crianças para o positivo, para o que fazem bem, para o que lhes pode dar segurança e confiança em si próprias, sensibiliza-as para o que as pode perturbar, inquietar, produzir desassossego, insegurança e desconfiança.

Em que falhou a educação que recebemos?
Do ponto de vista psicopedagógico falhou em princípios absolutamente essenciais.
Quando nos ensinaram a reparar de forma quase exclusiva no negativo que há à nossa volta, aprendemos, quase sem nos dar conta, a estar sempre «em guarda», para corrigir à mais pequena oportunidade o que supostamente fez «algo mal»
Se tivéssemos de apontar as falhas da educação que recebemos, não poderíamos deixar de enumerar alguns dos grandes equívocos em que se sustentaram, entre os quais cabe citar os seguintes:
Reparar no negativo, em vez do positivo
Sancionar, em vez de reforçar.
Impor, em vez de dialogar.
Usar o dever e o medo, em vez da motivação

Potenciar:
O seguidismo em vez da razão.
A imobilidade em vez da criatividade.
A dureza em vez do afecto
A insensibilidade, em vez da sensibilidade.
A tristeza em vez da alegria.
A derrota e o pessimismo, em vez da esperança.
A desconfiança e a ruindade, em vez da confiança e da transparência.
A insegurança, em vez da segurança.
A humilhação, em vez da auto-estima.
O egoísmo, em vez da generosidade.

Mas o pior é que estas falhas não só se continuam a cometer na educação das crianças, adolescentes, jovens e adultos de hoje, como se incrementaram nas pessoas supostamente «privilegiadas» que desfrutam, no seio da sociedade de consumo que nos domina, quando não nos afoga, das chamadas «culturas avançadas» dos países desenvolvidos.

O consumismo impera sobre o consumo sustentado
A intransigência sobre a flexibilidade.
O dogmatismo sobre o respeito e a inteligência.
As «mentes fechadas» sobre as «mentes abertas»
A reacção e o stress sobre a acção e a saúde.

Há que fomentar o equilíbrio, a maturidade, o autocontrolo e desterrar a tirania, a manipulação, a falta de solidariedade, o narcisismo, o desequilíbrio e a insatisfação permanente. Porque devemos saber desfrutar da nossa vida, dessa procura sã e transparente da felicidade.

 ”A inutilidade do sofrimento” de María Jesús Álava Reyes"
pesquisa na net

 

publicado por emcontratempo às 14:29

26
Jan 10

 

 

 

Até dia 12 de Janeiro arremedeia o ano, a partir de 12 desarremedeia.

publicado por emcontratempo às 11:10

 

 

Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a chorar, se vires nevar, põe-te a cantar.

publicado por emcontratempo às 11:03

25
Jan 10

 

 

publicado por emcontratempo às 11:12

 

Não há mal tão lastimeiro, como não ter dinheiro.

publicado por emcontratempo às 10:35

24
Jan 10

 

 

"Quando se sonha sózinho é apenas um sonho... mas quando se sonha em conjunto é o começo de uma realidade"

D. Quixote

publicado por emcontratempo às 19:24

 

 

 

Mais vale calar, que falar mal.

publicado por emcontratempo às 19:23

22
Jan 10

O Centro salesiana em Inharrime chama-se Centro Laura Vicuña. Mas, quem foi Laura Vicuña?

Nasceu a 5 de Abril de 1891 em Santiago do Chile. Filha de um alto militar e chefe político José Domingo Vicuña e Mercedes Pinto.

O Chile estava em guerra civil na altura do seu nascimento e com a queda do governo a família é obrigada a fugir para longe da cidade. O pai vem a falecer e deixa a família na miséria quando Laura tem apenas 2 anos.

A mãe, viúva com duas filhas, vai viver para as pampas Argentinas e junta-se com um homem muito bruto e violento, Manuel Mora.

A 1900, entra como interna do colégio das Irmãs Salesianas de Maria Auxiliadora em Junin de Los Andes na Argentina.

Enquanto se preparava para fazer a sua 1ª comunhão, toma conhecimento, nas aulas de moral, que a sua mãe vive contra a vontade de Deus, ou seja, em união de facto. Resolve então, no dia da sua primeira comunhão, oferecer a sua vida em sacrifício para a salvação da alma da sua mãe.

Depois de muita insistência, consegue finalmente ser admitida como “Filha de Maria” onde consagra a sua pureza à Santíssima Virgem.

Quando vai passar as férias do Natal a casa da mãe, Manuel Mora tenta abusar dela e, como não consegue, bate-lhe brutalmente. Esta, vê-se obrigada a fugir, mas a sua saúde começa a debilitar-se.

Na sua agonia final, conta à mãe o seu sacrifício e obtém dela a promessa de deixar definitivamente aquele homem.

Laura Vicuña morre a 22 de Janeiro de 1904. A mãe, cumprindo a sua promessa consegue fugir daquela região.

Após muitos milagres por sua intercepção, Papa João Paulo II beatifica-a em 1988. Laura Vicuña torna-se a padroeira das vítimas de incesto e maus-tratos por parte dos pais. A sua festa celebra-se a 22 de Janeiro.

www.amigosinharrime.blogspot.com

publicado por emcontratempo às 22:30
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Oh vizinho de há anos!

Foste embora.

Ontem deixaste os teus.

Ontem diexaste-nos.

Deixaste um vazio.

Transmitias alegria.

Aquela segurança,

que tinhas ao volante,

inspirava confiança.

No vaivém diário

do teu trabalho,

nas camionetas.

As camionetas da carreira

como assim chamávamos.

Olha!

 Sabes,

que a boa disposição,

a amizade

que sempre fluia

dos teus gestos,

ficará sempre connosco!

É assim.

Aquilo que mais nos dói

é a partida.

E aquilo que mais nos toca

é o que rocordamos.

É a saudade.

Que o Senhor te compense,

por todo o bem que fizeste.

Que o Senhor te dê

o eterno descanço.

 

publicado por emcontratempo às 22:27

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