O desafio dos nossos dias...

16
Mai 12

 

Cantemos:

 

Aqui vimos Mãe querida!

Consagrar-te o nosso amor!

Aqui vimos Mãe querida!

Consagrar-te o nosso amor!

 

Esmagaste, ó Virgem Santa,

Toda bela e imaculada,

A cabeça envenenada

Do dragão enganador.

 

Todo o mundo, ó Mãe bendita,

Cheio está das tuas glórias,

De perpétuas memórias

De teu nome e teu louvor.

 

Advogada poderosa,

O universo em ti confia,

Porque és Tu refúgio e guia

Para o justo e pecador.

 

És conforto dos aflitos,

És das graças dispenseira,

És da paz a mensageira,

Nossa esperança e nosso amor.

 

Cantemos-Lhe agora e sempre!

 

 

 
publicado por emcontratempo às 09:14

 

Pastorinhos

que vos ides,

outra paróquia visitar,

por vossa mediação

muito pedimos?!...

talvez sim!...

talvez não!...

Só Deus pode avaliar.

 

Deixai connosco,

pastorinhos,

o fervor e a alegria

que outrora vós tivestes

lá, na Cova da Iria.

 

Levai então pastorinhos,

esta oração para os céus:

 

Que a Paz,

volte ao mundo.

E que um dia,

em eterna devoção

louvemos juntos,

nossa mãe, Maria!

 

E a nós resta-nos agora,

continuar!

confiar!

agir!

viver!

de acordo com a oração

que acabámos de fazer!

by peregrina

(aquando da procissão dos pastorinhos nas paróquias do nosso Concelho em 2008).

publicado por emcontratempo às 09:13

 

"Numa entrevista concedida à Agência de Notícias Zenit, Jutta Burggraf, professora de teologia na Universidade de Navarra, referiu que Maria é modelo de perdão, porque «nos ensina a perdoar de todo o coração, incondicionalmente, como uma mãe, não como uma educadora». Maria deixa-nos lições de grande actualidade. Há muitas pessoas "doentes" nas nossas sociedades, pessoas que não podem viver em paz com as suas lembranças. Assim, cria-se uma espécie de mal-estar e de insatisfação gerais. Perdoar não é fácil, mas é possível com a ajuda de Deus.

 

Maria deu-nos um exemplo esplêndido sob a Cruz. Quando ouviu as palavras de Cristo: «Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem», compreendeu o que Deus esperava também dela, e fez o mesmo que seu Filho: perdoou.

 

A este respeito, Jutta Burggraf recordava o que lhe contara uma amiga sobre a sua infância: costumava ter ataques de raiva e, quando algo ia contra sua vontade, ela gritava e batia com as mãos e pés. Pouco depois, percebia que o seu comportamento tinha sido pouco correto. Corria chorando até à sua mãe e pedia-lhe perdão. A mãe sentava-a no colo e, abraçando-a, consolava-a com as palavras: «Já estás bem. Não és assim. Na realidade, és muito melhor». Deste modo, desde pequena, ela experimentava a «festa do perdão» e voltava feliz a brincar com os seus amigos. Depois de cada perdão, a vida começava de novo para ela... Mas a mãe morreu, e uma educadora cristã a substituiu. Passado algum tempo, repetiu-se a cena conhecida. A menina ficou furiosa, gritou e bateu. Depois do ataque de raiva, correu, como de costume, para a educadora e pediu perdão. Mas desta vez tudo foi diferente: a educadora não a abraçou, nem a beijou, nem a consolou. Aceitou o seu perdão com uma cara séria e com várias admoestações. «Então compreendi que já não tinha mãe», comentou "

publicado por emcontratempo às 09:12

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