O desafio dos nossos dias...

01
Mar 11

 

 Senhor!

" Os pais que transmitiram a vida aos filhos tem a gravíssima obrigação de os educar, por isso devem ser reconhecidos como os seus primeiros e principais educadores."

G.E. 3 - Vat. II

Acompanha-nos e protege-nos nesta difícil missão.

publicado por emcontratempo às 11:07

Nós tentamos...

" Os filhos sejam educados de tal modo... que sejam capazes de seguir com inteira responsabilidade a sua vocação."

G. S. 52 - Vat. II

... acredito que também falhamos, mas fica-nos um pouco de esperança...

pelo menos algumas sementes nascerão...

publicado por emcontratempo às 11:05

10
Jan 11

 

O jovem, o filho, o estudante de hoje, vive atrofiado, afogado por uma sociedade adulta

que não o estimula positivamente, mas que o enche de tudo, abalrroa-o de tudo o que é brinquedos, dos normais aos mais sofisticados,

música em "pó", computadores para brincar e divertir, tuuuuuuudo.

 

Mas carênciados de educação cívica, bons costumes morais que só se aprendem no berço.

 

Falta de respeito para com superiores, professores e mesmo uns para com os outros.

 

Por vezes, não poucas, frequentam ambientes cercados de maus exemplos.

 

Apesar de muitos conviverem em actividades sócio-recreativas, são estes mesmos influenciados por outros...

 

Não se nota grande preocupação de para onde caminha esta juventude.

 

Vivem quase entregues a si próprios.

 

Fartos de vontades, fartos de tudo e de nada.

 

Insconscientes porque a idade assim o permite, conduzidos a auto-destruirem-se.

 

O perigo espreita a cada esquina.

 

O vício alarga-se a cada recanto e...

 

...só para quem vê, e está atento, é preocupante.

 

Noutros tempos, também havia "más inclinações".

 

Mas a obediência e respeito também eram maiores.

 

Talvez porque a educação era mais austéra...

 

Talvez porque se impunham boas maneiras e bons costumes...

 

De qualquer modo, algo de bom ficava:

 

o respeito pelos superiores, ainda que, às vezes, o não merecessem,

 

o respeito pelos idosos, e até o carinho, pois quase todos tinham os avós em casa.

 

Que bom se hoje ainda assim fôsse, em vez de os despejarem para os lares e casas de acolhimento.

 

Por tudo isto, impera que os adultos procurem incutir nos jovens exemplos de vida.

 

Sejam eles os primeiros a respeitarem-se, para exigirem respeito.

 

Sejam eles os primeiros a criarem ambientes sádios, principalmente nas suas mentes perversas.

 

Sejam eles os primeiros a acarinhar a idade sábia que já viveu uma vida, com todos os seus encantos e desencantos.

 

Para que as nossas crianças e jovens se motivem por coisas boas, e saibam escolher, reflectir, encarar, acarinhar o mundo onde estão inseridas.

 

Nós os adultos, devemos e temos de sentir a obrigação de educar, pelo nosso exemplo responsável e motivante.

 

Esta etapa ainda nos cabe a nós, não imputemos aos mais indefesos.

 

Isto é para nós, não tenhamos dúvidas.

 

É muito difícil, mas ... é absolutamente necessário.

publicado por emcontratempo às 11:46

27
Dez 10

 

Acontece Natal quando há Esperança!

Senhor da Esperança,

que onde ela é necessária,

a saibamos levar.

 

Acontece natal quando há Partilha!

Senhor Deus que partilhaste connosco

o Teu Próprio Filho,

permiti que sejamos capazes de partilhar

mais um pouco de nós próprios com os outros.

 

Acontece Natal quando há Amor!

Senhor, que nos deste a maior dádiva de Amor,

fazei com que o Amor seja entendido

na sua verdadeira essência.

 

Acontece Natal, na nossa comunidade!

quando as famílias procuram que o Amor nasça

e que os seus lares sejam escola cristã

no respeito pelos idosos e na educação dos filhos.

 

Manomero29

publicado por emcontratempo às 12:09

21
Out 10

 

"A educação é para a alma o que a escultura á para um bloco de mármore"

publicado por emcontratempo às 10:52

27
Jan 10

 

"

 
Alguma vez parámos para pensar quantas vezes sofremos inutilmente quando éramos pequenos?
Passámos parte da nossa infância a preocupar-nos «em vão». Facilmente nos angustiávamos pelo que sucedia à nossa volta: sofríamos se um amigo se zangava connosco, se lutávamos com os nossos irmãos; se os nossos pais nos olhavam aborrecidos, se nos repreendiam…
Curiosamente, também os nossos pais e adultos que nos rodeavam se preocupavam com uma facilidade incrível. Os motivos pareciam não importar, tudo constituía uma boa desculpa para sofrer, e passaram grande parte desses anos em «alerta» constante. Passavam mal se adoecíamos; continuavam a sofrer quando julgavam que éramos muito travessos, ou, pelo contrário, demasiado formais; se passávamos o dia a pedir coisas, ou se não nos atrevíamos a pedir nada… O caso era «não viver».
Curiosamente, com estes ensinamentos, quando éramos crianças aprendemos a estar «atentos» perante qualquer situação que pudesse ser motivo de desgosto, pena ou zanga, tanto para nós, como para os que nos rodeavam.

A educação, ontem e hoje, parece estar ao «contrário». Em vez de sensibilizar as crianças para o positivo, para o que fazem bem, para o que lhes pode dar segurança e confiança em si próprias, sensibiliza-as para o que as pode perturbar, inquietar, produzir desassossego, insegurança e desconfiança.

Em que falhou a educação que recebemos?
Do ponto de vista psicopedagógico falhou em princípios absolutamente essenciais.
Quando nos ensinaram a reparar de forma quase exclusiva no negativo que há à nossa volta, aprendemos, quase sem nos dar conta, a estar sempre «em guarda», para corrigir à mais pequena oportunidade o que supostamente fez «algo mal»
Se tivéssemos de apontar as falhas da educação que recebemos, não poderíamos deixar de enumerar alguns dos grandes equívocos em que se sustentaram, entre os quais cabe citar os seguintes:
Reparar no negativo, em vez do positivo
Sancionar, em vez de reforçar.
Impor, em vez de dialogar.
Usar o dever e o medo, em vez da motivação

Potenciar:
O seguidismo em vez da razão.
A imobilidade em vez da criatividade.
A dureza em vez do afecto
A insensibilidade, em vez da sensibilidade.
A tristeza em vez da alegria.
A derrota e o pessimismo, em vez da esperança.
A desconfiança e a ruindade, em vez da confiança e da transparência.
A insegurança, em vez da segurança.
A humilhação, em vez da auto-estima.
O egoísmo, em vez da generosidade.

Mas o pior é que estas falhas não só se continuam a cometer na educação das crianças, adolescentes, jovens e adultos de hoje, como se incrementaram nas pessoas supostamente «privilegiadas» que desfrutam, no seio da sociedade de consumo que nos domina, quando não nos afoga, das chamadas «culturas avançadas» dos países desenvolvidos.

O consumismo impera sobre o consumo sustentado
A intransigência sobre a flexibilidade.
O dogmatismo sobre o respeito e a inteligência.
As «mentes fechadas» sobre as «mentes abertas»
A reacção e o stress sobre a acção e a saúde.

Há que fomentar o equilíbrio, a maturidade, o autocontrolo e desterrar a tirania, a manipulação, a falta de solidariedade, o narcisismo, o desequilíbrio e a insatisfação permanente. Porque devemos saber desfrutar da nossa vida, dessa procura sã e transparente da felicidade.

 ”A inutilidade do sofrimento” de María Jesús Álava Reyes"
pesquisa na net

 

publicado por emcontratempo às 14:29

Setembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
11
12
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO