O desafio dos nossos dias...

06
Jan 12

 

 

São chegados os três Reis
Da parte do Oriente
Visitar o Rei da Glória
Nosso Deus Omnipotente.

Guiados por uma estrela
Que a todo mundo dá luz
Buscaram outra mais bela
Que é o Menino Jesus.

Herodes como malvado
Homem perverso e maligno
Aos Santos Reis ensinou
As avessas o caminho.

Mas Deus que tudo sabe
Usou de tal maravilha
Pôs uma estrela no céu
Para ser a sua guia

A estrela se escondeu
Chegando a uma cabana
Todos três se ajoelharam
A Jesus neto de Ana.


A cabana era pequena
Não cabiam todos os Três
Adoraram a Jesus
Cada um por sua vez

Ofereceram-lhe ouro fino
Como rei universal
Incenso como divino
E mirra como mortal

Os Santos Reis adoraram
A Jesus recém- nascido
Em memória deste dia
Todo o festejo é devido

 

tirado daqui

publicado por emcontratempo às 11:26

05
Jan 12

 

 

Bonito este poema do Cardeal D. Alexandre do Nascimento - sobre Maria

 

 

"Pergunta e Resposta"

 

Veio-me à mente, outro dia, esta pergunta:

"Porquê não deixou Deus no mundo, no nosso mundo,

Um retrato, uma pintura , vera imagem que fosse,

Do rosto lindo de morrer de pasmo

da Virgem Bendita, Nossa Senhora?"

 

Foi-me também respondido: "Vale mais, crê,

Que cada rosto de mulher que passa,

Possam os homens de fé e sentimento,

Encontrar traço, longínquo embora,

Do rosto divino da divina Mãe:

 

Está Jesus escondido em cada pobre,

Em cada mulher, esconde-se Maria".

 

(in almanaque das Missões)

publicado por emcontratempo às 10:26

25
Out 11

 

 

Sou uma pobre pastora,

rezo sempre a Maria

no meio do meu rebanho,

sou o sol de cada dia..

 

Com os meus cordeirinhos,

eu aprendi a saltar.

Sou alegria da serra

e passo o dia a cantar.

 

Subo montes, desço vales,

subo e desço colinas,

para dar ao meu rebanho

as mais tenras das ervinhas.

 

As duas primeiras quadras, lembro-me de minha mãe cantar.

Não sabia de quem era.

Há poucos anos vi que eram quadras que os Pastorinhos cantavam.

A terceira quadra fi-la eu, para juntar mais uma .

Fizemos um pequeno teatrinho.

Tinha várias peças todas pequenitas.

Foi apenas apresentado para as pessoas do meu lugar.

Tinham e tem por hábito ir ao terço à ermida de Santo Cristo.

Penso que foi numa tarde de Domingo.

Todos se juntaram por ali, para ver os mais pequenos.

Estavamos longe ainda de sonhar com o Salão.

Foi então representado no armazém do sr. José Luís Vieira.

Era um armazém onde ele arrumava os tunéis de vinho.

O armazém do José Caetano como assim é chamado, foi palco.

E todos viram e se regalaram naquele mágico momento entre crianças.

A pastorinha era a minha rica prima que o Senhor levou em nova idade.

Cantava como um rouxinol.

 

Afinal descobri na net que estes versinhos eram cantados pelos pastorinhos.

Aqui anoto a letra dos versos porque tem algumas diferenças:

 

Amo a Deus no Céu,

amo-O também na terra;

amo o campo, as flores,

amo as ovelhas na serra.

 

Com os meus cordeirinhos

eu aprendi a saltar.

Sou alegria da serra,

e sou o lírio do vale.

 

Sou uma pobre pastora

rezo sempre a Maria.

No meio do meu rebanho

sou o sol do meio-dia.

 

Ó, i, ó ai!

Quem me dera ver-te agora!

Ó, i ó ai!

Meu Jesus, já nesta hora!

http://paginas.terra.com.br/arte/leiame/fatima.html

publicado por emcontratempo às 10:51

05
Out 11

 

 

Abeirei-me de ti,

oh mar~~~~~~

um dia destinei ouvir-te,

oh mar~~~~~

calar-te no meu silêncio,

oh mar~~~~~

falás-te-me da pureza

das tuas águas...

da grandeza dos teus tentáculos...

da beleza inconfundível da tua cor,

esse azul marinho ... esse azul cor do céu...

esse e esse azul natural...

da imensidão profunda dos abismos,

que escondes...

e, chorei, chorámos...

pelos tantos...

e tantos que tiveram em ti, o último embalo.

e ri, rimos...

pelos tantos...

que tiveram e tem em ti o sustento.

e, oh mar ~~~~~

deixa que te diga,

e o dolente cantar da maré

na tarde que caí,

na brisa que vai...

e aquela gaivota,

oh mar ~~~~~

que se passeia,

e se deixa espelhar

oh mar ~~~~~

na tua mansidão...

e aquela onda mansa

que se estanha junto à rocha,

e o meu olhar preso...

sim, oh mar ~~~~~

pairando nesta solidão.

mnm2011.10.05

publicado por emcontratempo às 02:46

04
Out 11

 

"História de Amor"

 

Maria é a mais bela história de amor

que, algum dia a história registou.

 

O Espírito Santo foi encontrá-la

entre as fragas de uma terra desconhecida

e as fontes das águas puras

das montanhas da Galileia.

 

Toda a história da salvação

se recolhe nesse diálogo

de contornos mal esclarecidos,

nas pregas de uma aldeia esquecida

onde o poder infinito de Deus

e a pequenez de uma mulher sem história

deram as mãos

e abriram à história um futuro novo.

 

Peregrinos de montanhas e desertos

profectas da promessa e da novidade de Deus,

aqui se juntaram

como testemunhas de uma Aliança

muitas vezes esquecida

e outras tantas vezes anunciada.

 

Maria foi o presépio

onde a história se reuniu,

e o Espírito Santo levantou a sua tenda,

para o Filho de Deus habitar entre nós

e fazer do nosso mundo a sua casa."

 

Adélio Torres Neiva

publicado por emcontratempo às 12:38

27
Set 11

 

 

Sabe bem recordar,

pois recordar é viver.

Apetece-me falar

e nestas páginas registar

para vindouro saber.

O trabalho e canseira

deste povo que é meu

e que à sua maneira,

soube amar, louvar e crer,

longo caminho percorreu.

 

Oh meu Povo, eu te honro,

meus avós, antepassados,

que por entre tantos assombros,

deixaram em vez de escombros,

tantos caminhos rasgados.

 

Entre vinhas e vinhedos,

muito povo a trabalhar!

Neste lugar dos Toledos,

entre sóis amenos,

suaves sossegos,

bom vinho não há-de faltar!

 

Nas canadas e currais,

doces uvas a cheirar,

nas adegas, há bom vinho!

Beba um copo!

Não quer mais?!

O povo adora ofertar!

 

vindimas2008mnm

publicado por emcontratempo às 11:38

28
Jul 11

 

 

 

da net

 

 

Baleia, baleia,

grita o vigia

dos lados d'aldeia

grita o marinheiro,

junto à maré cheia,

baleia, baleia,

baleia, baleia.

 

José Duarte

 

 

  da net

 

Baleia, baleia,

que falta fizeste.

Pela lua Cheia,

o pão tu nos deste.

 

És lobo do mar

morrendo em agonia,

quem te ia matar,

por vezes morria.

 

(desconheço o(a) autor(a)

publicado por emcontratempo às 14:57

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