O desafio dos nossos dias...

24
Ago 12

 

a voz dos animais 02

 da net

publicado por emcontratempo às 16:36

28
Jul 12

 :smiley-dubitatif:

As recordações são a religião do coração.

Duquesa d'Abrantes

publicado por emcontratempo às 12:47

17
Jul 12

 

 

 

Livro 4a. classe 1968

 

 

 

 

 

 

 

publicado por emcontratempo às 09:58

20
Jun 12

 

  

Foi há dezassete anos,

ainda me parece que foi ontem,

como o tempo passa...

vertigionosamente,

quase não nos apercebemos e...

foi assim... foste passando,

tu, eu, todos vamos passando.

Mas ontem, tu deixaste-nos,

e mais pobres,

pobres da tua força de vontade,

pobres da tua coragem,

"mulher do canal",

recordar-te-ei, sempre sabes porquê?!

Pela coragem que me deste naquele dia.

Sabes, o mar, o medo e a situação delicada.

Deixaste a bolsa onde juntavas os trocos

da venda de frutas que ias fazer ao mercado,

na Horta, sim ...

eram muitas as vezes que te via,

ora sobre o cais a pôr os cestos, ora na lancha

ou então no mercado, ou ainda antes

quando vendias pela cidade.

Naquele dia foi a mim que ajudas-te

a esquecer o medo da viagem,

por certo como tantas outras para ti...

mas... 

tu percebeste e foste amiga.

Obrigado!

Sempre agradecida te disse,

mas hoje, hoje quero que fique aqui registado.

Adeus, até sempre Sra Beatriz. 

publicado por emcontratempo às 18:08

13
Jun 12

 

Encontrei mais estas páginas que saudosamente recordo...

da net

... outros tempos!

publicado por emcontratempo às 18:37

08
Jun 12

 

Partiste prima Madalena ...

 

publicado por emcontratempo às 12:38

05
Jun 12

 

Partiste, Sra. Georgina...

publicado por emcontratempo às 12:37

19
Jan 12

 

 

Oh meus pais, quem me dera,

Sentir vossos braços, abraçar-vos,

Mas, só me resta a dura espera,

Vós, jamais ides voltar.

 

Como recordo, a infância,

vossos beijos e carinhos,

Adolencência e juventude,

a educação, a saúde,

Tudo feito ao certinho,

ainda que pobrezinho,

 

Oh meus pais, quem me dera!

 

Sempre que pisa a saudade,

Abraço vossos retratos e choro,

Fecho meus olhos,e vejo-vos

Consigo-vos encontrar,

no cantinho do meu ser,

onde sempre vão habitar.

 

Oh meus pais quem me dera!

Ter-vos aqui novamente.

Sarar esta longa espera,

Fazer do Passado presente.

 

Oh meus pais quem me dera!

publicado por emcontratempo às 00:45

10
Out 11

 

Por aqui, na minha aldeia, passava de vez em quando, um velhinho de São Jorge de apelido Tio Sabino.
 
Pobre velhote, por certo inofensivo vinha sempre descalço e com um saco de serapilheira às costas.
 
Então quando éramos pequenas, e não queríamos comer:
- Olha que aí vem o velho do saco, replicava a avó, replicava a mãe.
 
Ou então se era para dormir as mães e avós ameaçavam o nosso infantil medo com o "velho do saco",
história por certo já antiga, que fora por elas personalizada no Tio Sabino.
 
Ao que ficávamos quietinhas, mesmo que sem dormir, até que o sono viésse.
 
Pois que ele não percebendo o barulho, passásse sempre.
 
Contávam, que ele nos punha dentro do saco e levava consigo, para onde não sei.
 
Ele, o tal velhinho, até era simpático.
 
Nós é que não queríamos lá muito contacto com ele, pois amedrontava-nos.
 
Sabendo que ele existia de verdade, é que tudo piorava.
 
Não era nenhum conto da mãe ou da avó, para nos aquietármos e dormirmos, era mesmo verdade, pois até já o havíamos visto.
 
Pois este velho era um papão para mim e para toda a rapaziada pequena da minha aldeia.
 
Quantas vezes tive que comer toda a sopa, sossegar e dormir debaixo daquele medo, para que ele não me levásse.  
 
Então se era de noite, vislumbrávamos o dito velhote a cada canto.
 
Assustádos aquietávamo-nos.
 
O sono chegava.
 
Afinal, de barriguitas cheias de sopa, era mais que natural que o sono batesse à porta.
 
E mesmo com a algazarra que fazíamos o sono vinha.
 
Mais não fora o susto do velho, para ali ficávamos inertes até de madrugada.

10
Ago 11

 Faz hoje precisamente um ano

Querida Fátima Silveira

que partiste.

Deixaste um grande vazio ente nós.

Temos saudades,

da tua força de viver,

da tua alegria...

 

 

Deixaste-nos ...

... mas ficarás para sempre na nossa memória.

publicado por emcontratempo às 12:25

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