O desafio dos nossos dias...

29
Abr 11

 

"Faz-nos a vida, sensíveis e a morte impassíveis."

publicado por emcontratempo às 13:35

28
Abr 11

 

 

"Aquele que aplica um castigo estando irritado, não corrige, vinga-se."

 

Montaigne

publicado por emcontratempo às 11:44

27
Abr 11

 

"Deixa-te conduzir inteiramente pelo Espírito: Ele te ensinará as palavras e os gestos que tu, sózinho, não serias capaz de encontrar."

Fr. Libermamn

publicado por emcontratempo às 10:14

18
Abr 11

 

 

"Descalcei as sandálias,
Fechei a porta e entrei
Num lindo bosque de Outono
Deus me falou e eu rezei.
Descalcei as sandálias,
Pisei o grão que dá vida
Fiquei guardando a lição,
De cada folha caída.


No silêncio abri, meu coração como uma flor,
E pedi perdão por tanta falta de amor
Olhei para Jesus, Jesus também me olhou
E um olhar de amor sobre mim lançou.

No silêncio vi, uma nova luz
Lado a lado comigo caminhava Jesus
Na brisa suave, no pássaro a cantar
Entre as folhas caídas vi Jesus a andar.

No silêncio vi dissipar-se o medo
Ao ouvir de Deus o maior segredo:
“Aos meus olhos filho, tens um grande preço”
Faz da tua vida sempre um começo!"

 

Senhor,

eu Te peço perdão,

por tanta frieza,

tanta malícia,

tanto egoísmo,

tanta falta de amor!

publicado por emcontratempo às 14:54

10
Mar 11

 Para se reflectir...

 

"Eu pecador, me confesso:

de nem sempre saber sorrir,

de nem sempre saber ouvir,

de nem sempre saber compreender e ajudar.

 

Eu pecador, me confesso:

Porque não tenho cantado,

como devia, a beleza da vida,

a imensidade do amor de Deus,

o valor da fraternidade,

a importância da justiça e da Paz.

 

Eu pecador, me confesso:

Porque não tenho sido esperança,

porque não tenho semeado esperança,

porque não tenho gritado esperança."

 

(D. Manuel Martins, bispo Emérito de Setúbal)

publicado por emcontratempo às 10:36

19
Jan 11

 

"Os Jovens com as suas exigências são para a Igreja um desafio e uma provocação."

Palavras de Bento XVI

publicado por emcontratempo às 10:55

03
Jun 09

 

 

Palavras Sábias

Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados ao seu serviço. Tinha um único filho, um único herdeiro.
Ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe entravam nos ouvidos a 100k à hora e saiam a 200k.
Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados que construíssem um pequeno celeiro e dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: "Para nunca mais desprezares as palavras de teu pai".
Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse: "- Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, tu tomarás conta de tudo o que é meu, e sei qual será o teu futuro...
Tu vais deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irás gastar todo o dinheiro com teus amigos, irás vender os animais e os bens para te sustentares, e quando não tiveres mais dinheiro, teus amigos vão se afastar de ti. E quando não tiveres mais nada, vais te arrepender amargamente de não me ter dado ouvidos.
É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para ti, e quero que me prometas que se acontecer o que eu disse, te enforcarás nela".
O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito, começou a reflectir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:
- Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido teus conselhos, mas agora é tarde, tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.
A passos lentos dirigiu-se até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:
- Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.
Então subiu os degraus, colocou a corda no pescoço, e disse: - Ah se eu tivesse uma nova oportunidade...
Então saltou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se fácilmente, o rapaz então caiu no chão, e sobre ele caíam jóias, esmeraldas, pérolas e diamantes.
A forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia:
- Esta é a tua nova oportunidade.
Eu te Amo muito. Teu Pai.
NUNCA DESPERDICES AS PALAVRAS SÁBIAS DO TEU PAI !!!

(mensagemmedancelhe.blogspot.com)

 

publicado por emcontratempo às 14:05

26
Mar 09

 

 

Saborear bem a vida é:

 

Ter muita Fé.

 

Muita sabedoria.

 

Muita intuição.

 

Muito optimismo.

 

Muita paciência.

 

Muito tacto.

 

Muito e muito amor!

 

peregrina

publicado por emcontratempo às 10:25

17
Mar 09

 

"A Medida dum Padre

 

 

Há pessoas que pensam que os padres se ordenaram para serem párocos. O nosso pároco. É nosso. É meu. Mas eles ordenaram-se para serem padres. E o padre não é apenas aquele que tem uma paróquia. É aquele que vive à maneira de Jesus prolongando os Seus braços de forma ministerial. Faz-se instrumento de Deus na Celebração, na Palavra, na Vida. Gosto muito da vida paroquial. Não sei se aguentaria não ser pároco. Mas não consigo entender como as pessoas podem ser egoístas ao ponto de demonstrarem que o seu pároco não pode fazer mais coisas que estar na paróquia. Já uma vez disse que não há pior que o “egoísmo de deus”, querermos Deus só para nós e como nós O queremos. Também não há maior egoísmo paroquial que querer a paróquia e o pároco à sua medida, no seu tempo e na sua forma. Como se as coisas de Deus fossem finitas ou tivessem medida."

 

 (in blog Confessionário dum Padre)
publicado por emcontratempo às 15:57

04
Fev 09

 

 

 

 

 "As dúvidas não me incomodam;

o que me incomoda são as certezas"

                                    Nietzsche

publicado por emcontratempo às 13:29

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