O desafio dos nossos dias...

26
Ago 10

 

 

Oh Pico, Pico das faias,

Oh Faial, Faial das canas,

Oh Pico tu não me logras,

Oh Faial tu não me enganas.

 

(minha mãe cantava assim.

será que faz parte de cantares

de algum grupo de folclore).

publicado por emcontratempo às 11:46

02
Jan 10

 

 

Há precisamente vinte anos:

 

"1 de Janeiro de 1980 (Domingo)

Pelas 15 h 42' 38", GMT, a cerca de 12 km de profundidade, algures no canal entre São Jorge e Terceira, ocorreu um sismo com a duração de 11" a 20", e a intensidade VIII da escala modificada de Mercalli.


Originando um pequeno Tsunami observado em Cais do Pico, Calheta de São Jorge e Biscoitos (na Terceira) e registado nas Baías de Horta e Angra do Heroísmo, o sismo provocando cerca de 400 feridos atingiu duramente as Ilhas:


* Terceira - com a intensidade de 8,5 causou a morte de 50 pessoas e o desaparecimento de uma.
Provocou a destruição de 62 % do parque habitacional.
* São Jorge - com a intensidade de 8 no Topo e Santo Antão.

 


Morreram 11 pessoas e desapareceram 9.
Provocou a destruição de 41 % do parque habitacional.
* Graciosa - atingindo a intensidade de 7, provocou a destruição de 54 % do parque habitacional.
* Pico - atingindo a intensidade de 5,5 na Piedade, provocou a destruição de algumas adegas, palheiros e arrumações."

(fonte: São Jorge digital)

 

publicado por emcontratempo às 18:46

29
Dez 09

  

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publicado por emcontratempo às 15:41

24
Out 09

 

 

Em tempos, era aqui que se mudava de calçado para ir para a missa ou para a festa.

Explicando melhor, as mulheres é que se davam a esse trabalho.

Como viviam longe e o caminho era de terra batida, estragava mais o calçado.

A necessidade exigia poupanças porque tudo era caro e os ganhos poucos.

Traziam calçado mais velho para que o novo durasse mais.

Era então aqui, detrás do portão do tio Leal que faziam as trocas.

Calçava-se as meias e sapatos melhores.

Os outros, ficavam por ali, num canto ou então presos nos bicos do portão.

Até que viessem da missa e fôssem novamente trocá-los.

Assim acontecia, em tempos idos.

Hoje, pode parecer estranho, mas naquela época era normal.

Coisas de antanho que convém anotar.

É que hoje, não há a noção do valor dos gastos.

Há muito boa gente que gasta e gasta porque não doeu a ganhar.

Essa gente nunca saberá poupar.

E o que vier a adquirir nunca terá o sabor daquilo que se adquiria.

Pois tudo o que se tinha era muito suado, assim dizia meu pai.

Queria então dizer "trabalho muito, para ter pouco".

Tempos difíceis que hoje poucos sabem avaliar.

peregrina 2009.10.24

publicado por emcontratempo às 22:38

04
Set 09

 

 

Nunca esquecerei os meus avós e os nossos antepassados que deram formas e edificaram, erguendo pedra a pedra, monumentos a rendilhado negro.

 

Negro, soado  e  persistente, para sustento de tantos e tantos que se recordarão ou esquecerão, não sei.

 

Sei que de dentro deles, ainda hoje brotam deslumbrantes e sumptuosas parreiras.

 

Parreiras onde se escondem, ao olhar do sol, espevitando raio a raio cada portal, cachos verdes doirados e roxos brilhantes.

 

Brilhantes e abanados pela aragem, ora quente, ora fresca,  que o vento empresta a cada folha, bafejando de frescura os cachos, docemente embalados e luzentes.

 

Luzentes são os suspiros sumarentos e pisados que brotam de entre  mãos e pés nos balseiros e lagares.

 

Lagares, para onde se escondem estes manjares de verdelho e tinto, bonitos cartões de visita da Vila, da Ilha e por que não da Região.

 

Região de onde outrora navegantes levaram até lá, à mesa dos Czares, este néctar delicioso, que:

 

De entre quadrículas negras,
basálticas e seculares,
nascem sumptuosas parreiras,
de perfumados cachos
triturados nos lagares...
...e deliciosos paladares,
outrora saboreados
nas lautas mesas dos Czares.

peregrina  Verão2008 


27
Fev 09
Imagens destas, cheia de ternura, não vendem na Televisão e muito menos criam audiências!

Uma foto real. Esta história devia aparecer nas manchetes dos jornais, e não as outras porcarias anti-americanas que conspurcam o nosso Ego.


 

 
 
Uma imagem de John Gebhardt no Iraque.
 
Esta é uma dura história de guerra, porém toca-nos o coração... A esposa de John Gebhardt, Mindy, diz que toda a família desta criança foi executada por iraquianos. Os executantes pretendiam também executá-la, e ainda a atingiram na cabeça, mas não conseguiram matá-la. A menina foi tratada no Hospital de John, está recuperando, mas ainda chora e geme muito.
 
As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam. A menina vem recuperando gradualmente. Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer.
 
Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o Mundo inteiro. Vamos a isso. Raramente se vêem notícias destas na TV  e noutros meios em geral.  Se te tocou , envie a todos. Precisamos mostrar que ainda existe uma outra realidade: esta realidade! Em que pessoas como John, marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta.
 
Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela…
www.portonovo.blogs.sapo.pt
(in blog  PortoNovo.blogs.sapo.pt)
 
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Hoje faleceu em Lisboa um amigo:
 
O senhor Victor Manuel Cardoso Pereira,
por doença, que em pouco o vitimou,
deixou-nos mais pobres.
do seu cumprimento amigo,
e mesmo do aconselhamento
aquando dele nos abeiravamos,
em assuntos da sua área.
Paz à sua alma!
publicado por emcontratempo às 14:53

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