O desafio dos nossos dias...

09
Ago 13

 

Olha?!?

Sim, tu!

Quando é que pensas em pagar a tua dívida?

Sim a dívida que tens comigo!

Ou pensas que morar no meu coração é de borla??

enviado sms

publicado por emcontratempo às 15:31
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24
Jan 13

 

A vida é uma viagem e o mais importante dessa viagem são as pessoas, como tu, que conheci no meu caminho.

Bom dia de amigas!

by peregrina 

publicado por emcontratempo às 10:39

04
Out 12

Amigo mesmo é aquele que sabe o pior a teu respeito e assim mesmo continua a gostar de ti.

 (Ditado americano)

 

 

... não é arrogante, não deixa ao desprezo,

não ignora, não faz juízos sem saber a verdade,

mas sim procura o diálogo,

e ajuda a nos levantarmos quando caímos,

essas(es) sim, são amigas.

 

devo dizer, são mesmo raríssimos,

faz pena, dói...

enfim.

publicado por emcontratempo às 16:50
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03
Out 12

 

Os amigos parecem-se com os tesouros, que são mui raros e andam escondidos.

Padre Manuel Bernardes

publicado por emcontratempo às 11:54

15
Mar 12

 

 

"Chamei-vos amigos

No momento crucial da sua Paixão, Jesus volta-se para os discípulos e diz-lhes: «a vós chamei-vos amigos» (Jo 15,15). Que quer isto dizer? Que pode a experiência da amizade iluminar da relação de Jesus com os discípulos e dos discípulos do Senhor entre si? Sem a amizade, podemos aceder ao conhecimento de Deus? Jesus é claríssimo: «a vós chamei-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi ao meu Pai.»

Quando nos confrontamos com a amizade sentimos todos a dificuldade de exprimi-la, pois entramos num campo onde não há espaço para muitas declarações, e soam despropositados os longos discursos... existem, sim, histórias de vida. Existem nomes, rostos, vivências... Existe o indizível da presença, a coreografia fiel e criativa dos gestos. Mesmo quando se trata de uma amizade intensa, a amizade não deixa de ser uma experiência discreta, ainda que gere marcas humanas e espirituais inapagáveis. Não é por acaso que, nas nossas sociedades, o amor acabe por ser tutelado institucionalmente, mas não há nenhuma lei escrita que tutele a amizade. Há uma ética da amizade, mas essa vem apenas inscrita nos corações. (...

Há uma teologia da amizade que precisa de ser anunciada. Não se entende o mistério da Santíssima Trindade, nem o da nossa Humanidade, sem pensarmos no que é a amizade. Simone Weil (cujo lastro é tão patente neste texto de Ronchi) explicita-o assim: «A amizade pura é uma imagem da amizade original e perfeita que é a da Trindade e que é a própria essência de Deus. É impossível que dois seres humanos sejam um e, não obstante, respeitem escrupulosamente a distância que os separa, se Deus não estiver presente em cada um deles. O ponto de encontro das paralelas está no infinito.»

Um amigo, por definição, é alguém que caminha a nosso lado, mesmo se separado por milhares de quilómetros ou por dezenas de anos. O longe e a distância são completamente relativizados pela prática da amizade. De igual maneira, o silêncio e a palavra. Um amigo reúne estas condições que parecem paradoxais: ele é ao mesmo tempo a pessoa a quem podemos contar tudo e é aquela junto de quem podemos estar longamente em silêncio, sem sentir por isso qualquer constrangimento. A amizade cimenta-se na capacidade de fazer circular o relato da vida, a partilha das pequenas histórias, a nomeação verbal do lume mais íntimo que nos alumia. A amizade é fundamentalmente uma grande disponibilidade para a escuta, como se aquilo que dizemos fosse sempre apenas a ponta visível de um maravilhoso mundo interior e escondido, que não serão as palavras a expressar.

O modo como uma grande amizade começa é misterioso. Podemos descrevê-lo como um movimento de empatia que se efetiva, um laço de afeição ou de estima que se estreita, mas não sabemos explicar como é que ele se desencadeia. Irrompe em silêncio a amizade. Na maior parte das vezes, quando reconhecemos alguém como amigo, isso quer dizer que já nos ligava um património de amizade, que nos dias anteriores, nos meses anteriores, como escreveu Maurice Blanchot, «éramos amigos e não sabíamos».

Aquilo de que uma amizade vive também dá que pensar. É impressionante constatar como ela acende em nós gratas marcas tão profundas com uma desconcertante simplicidade de meios: um encontro dos olhares (mas que sentimos como uma saudação trocada entre as nossas almas), uma qualidade de escuta, o compartilhar mais breve ou demorado de uma mesa ou de uma conversa, um compromisso comum num projeto, uma qualquer ingénua alegria... A linguagem da amizade é discreta e ténue. E, ao mesmo tempo, é inesquecível e impressiva.

Há aquele ditado que diz: «viver sem amigos é morrer sem testemunhas.» A diferença entre os conhecidos e os amigos é a mesma que distingue um ocasional espectador daquele que está habilitado a testemunhar. Este último disponibiliza-se realmente a ser presença. Se tivéssemos de resumir a sua natureza, podíamos dizer: um amigo é alguém que foi capaz de olhar, mesmo que por um segundo apenas, o fundo da nossa alma e transportar depois consigo esse segredo, da forma mais gratuita e construtiva.

Tenhamos por uma grande verdade aquilo que escreveu o filósofo Paul Ricoeur: «para ser amigo de si próprio é necessário ter já vivido uma relação de amizade com alguém.» Mas também aquilo que Séneca antes havia gravado: «Ter um amigo é ter alguém por quem morrer.» A gente percebe que esta frase escrita no século I, é um dístico que ilumina (e muito) o segredo de Jesus.

 

José Tolentino Mendonça
In introdução a "Os beijos não dados / Tu és Beleza", ed. Paulinas"

(copiado do blog www.snpcultura.org. (Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura)

publicado por emcontratempo às 13:37
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02
Fev 12

 

Bom dia de amigas!!!!!

 

 

Para todas as minhas amigas e amigos

 

 

"Não necessáriamente um irmão é um amigo, mas todo o amigo é um irmão."

 

 

Aprendi que:

 

 

"De vez em quando precisamos sacudir a árvore das amizades para caírem as podres."

 

 

Quando há amizade:

 

 

"A Amizade duplica as alegrias e divide as tristezas."

 

 

Não nos deixemos enganar:

 

 

"Amizade é um fruto que amadurece lentamente."

 

Aristóteles

 

 

publicado por emcontratempo às 10:56
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18
Out 11

 

"Gosto menos de mais pessoas e gosto mais de menos pessoas".

desconheço o autor

publicado por emcontratempo às 16:53
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16
Out 11

 

"Destrói os erros, mas ama os que erram".

Santo Agostinho

publicado por emcontratempo às 06:01

06
Ago 11

 

 

Assim fiz, por minha opção,

"Amar é escolher e ser fiel a esta escolha."

... espero assim continuar,

mesmo apesar de nem tudo ser um mar de rosas,

existem momentos inesquecíveis e felizes...

publicado por emcontratempo às 03:19

02
Ago 11

 

"Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho

acabou sendo preso. Algum tempo depois,  descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).

No tribunal, o caluniador disse ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal...
e o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã volte para ouvir a sentença!

O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!

Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos concertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!

Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.

No mundo sempre existirão pessoas que te vão amar pelo que tu és, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostuma-te...

Quem ama não vê defeitos... quem odeia não vê qualidades e, 
quem é amigo, vê as duas coisas!!!"

recebido por mail

Talvez porque já sofri muito deste mal devo acrescentar:

e quem é invejoso vê e diz mal das duas!!!

publicado por emcontratempo às 15:26

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