O desafio dos nossos dias...

07
Jan 12

 

Ainda agora aqui chegámos

estamos na vossa  entrada,

e uns aos outros falámos,

aqui vive gente honrada.

 

Levantai-vos, vinde agora,

da sala e vinde ver

é que está frio cá fora,

venham-nos receber.

 

Boas Festas! Boas festas!

Boas Festas, vimos dar,

abri-nos a vossa porta

os reis viémos cantar.

 

Viva, senhora Maria!

senhor José, senhor João!

nós vimos cantar os Reis,

com fé e com devoção.

 

Ao senhor José, que é o dono

desta casa, queremos saudar!

E vós? Tendes qualquer coisa

para a nós todos brindar?!

 

Vieram os três reis Magos

do Oriente a Belém.

Vieram adorar o Menino

nascido da Virgem Mãe.

 

Uma estrela os guiou,

com sua luz abrangente.

A uma gruta os levou,

adorar o Omnipotente.

 

Pelo caminho encontraram,

outros caminhando "sem Luz".

Quando a Herodes chegaram,

este queria ver Jesus.

 

 

 

publicado por emcontratempo às 22:39

30
Jun 11

 

 

O pobre trabalhador,

leva a vida atribulada.

Desde manhã ao sol pôr,

a puxar pela enxada.

 

refrão

Dizem que o trabalhador,

dizem que o trabalhador,

é rude não sabe nada.

Dizem que o trabalhador,

dizem que o trabalhador,

é malandro, não faz nada.

 

Sempre, sempre a trabalhar,

é assim nosso viver.

Se não podemos ganhar,

nada temos p'ra comer.

 

(versos que minha mãe cantava, desconheço a origem, será que alguém sabe?!)

publicado por emcontratempo às 11:46

02
Out 10

 

Foi à beira do lagar

que aquele amor começou,

o Zé andava a pisar

ela assim o namorou.

 

Eram horas de alegria

que ninguém sabe contar

o sangue deles fervia

como o vinho no lagar.

 

E a brincar,

veio a sede dos beijos,

junto ao lagar,

foram matar seus desejos,

tal qual como o vinho doce,

eram doces os seus beijos.

Tal qual como o vinho doce,

eram doces os seus beijos.

 

Passaram dias,

e o vinho doce azedou,

e a Maria,

com o seu Zé se zangou,

tal qual como o vinho doce

aquele amor azedou.

Tal qual como o vinho doce,

aquele amor azedou.

 

Cantares de teatros no tempo da minha infância.

Íamos a pé até ao Valverde, para aí ver Teatro Amador.

Alguns eram de cá.

outros vinham de freguesias de trás da Ilha, como por aqui  se diz.

E que não seja tomado em tom depreciativo como muitos podem pensar.

É que faziam-se mesmo muitos teatros que vinham até cá.

Sei de alguns que eram da Piedade, Ribeirinha, etc...

publicado por emcontratempo às 23:11

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