O desafio dos nossos dias...

19
Set 14

 Partilhei pois é louvável e importantíssimo este elogío e é bem merecido a muitos professores

 

 

"Há pessoas que nos libertam ...
Há pessoas capazes de extrair de nós o que há de melhor e mais bonito, multiplicando os nossos poucos talentos.
Há pessoas que semeiam flores de esperança e de luz;  tomam-nos pela mão conduzindo-nos a novas descobertas.
Há pessoas que nos injectam vida, optimismo e confiança.
Assim, pensando e agindo, viajam no tempo e exploram o futuro, acendendo a centelha da esperança, renovando alegrias.
O Professor é esta pessoa que liberta. O Mestre que descobre talentos, seduzindo e orientando os seus alunos em novos horizontes.
Com sabedoria e delicadeza vê as coisas mais simples com brilho nos olhos, levando no coração a certeza de que está participando na realização de sonhos."
( Elcio Antonio Selmi )

 

 

Muito obrigado aos meus saudosos professores já falecidos e para os que ainda vivem, e, já são poucos um longo agradecimento, pois sem eles e sem aqueles que sem diploma foram também meus professores durante toda a minha vida até hoje, a eles uma grande gratidão.

publicado por emcontratempo às 21:00

20
Jan 14

 

 

Atirei o pau ao gato, to, to

mas o gato, to, to

não morreu, eu, eu

dona chica ca ca

assustou-se, se, se

com o berro com o berro

que o gato deu.

Miau!

publicado por emcontratempo às 11:08

18
Set 12

 

que eu tive e ainda guardo religiosamente

 

 

 

 

 

 

publicado por emcontratempo às 12:59

 

 

Somos um bando 
De passarinhos; 
Vimos agora 
Dos nossos ninhos. 
Asas sem penas, 
Pobres de nós! 
Olhos sem brilho, 
Línguas sem voz.


Olhos bondosos
Do mestre-escola,
Fartai os nossos
Da vossa esmola.
Dai-nos abrigo
No coração;
Dai-nos o trigo 
Do vosso pão.


Pão de ventura, 
Pão de riqueza, 
Manjar de beijos 
Na nossa mesa.
Farinha rara,
De estimação,
Tem o fermento
Do coração.


Portais da escola,
Dai arribada
Às cotovias
Da madrugada.
Asas sem jeito,
Línguas sem voz,
Almas ceguinhas,
Pobres de nós!


Adolfo Portela

 

(versos do tempo de meus pais e meu, que se cantava na escola)

 

Acho-os um encanto, pois a maneira carinhosa com que se fala dos aprendizes, dos professores, do seu saber a ensinar, da escola.

mostra claramente que a escola naqueles anos era ansiada em vez de aborrecida, apesar dos poucos recursos.


... e agora por todo o esforço que se faça, fora desta, há muita "coisa" que cativa, estão fartos de tudo e coitados, esse tudo é só efémero, vazio, pouco fica, por mais que se chame a atenção, parece mesmo uma epidemia de (des)valores...



publicado por emcontratempo às 11:38

29
Ago 12

 

 

 

da net

 

páginas do meu livro da 3a. classe que emprestei e já não m'o devolveram. As famílias eram pobres como a minha e isto acontecia com normalidade, emprestava-se os livros e de antemão já se sabia que não iam voltar porque havia outros irmãos e iria para eles no outro ano ou apenas por que sim. Não haviam brinquedos e às vezes brincava-se aos alunos e aos professores e os livros eram para isso usados também.

publicado por emcontratempo às 10:47

17
Jul 12

 

 

 

Livro 4a. classe 1968

 

 

 

 

 

 

 

publicado por emcontratempo às 09:58

13
Jun 12

 

Encontrei mais estas páginas que saudosamente recordo...

da net

... outros tempos!

publicado por emcontratempo às 18:37

10
Jun 12

 

 

Nação valente e imortal!!!

 

da net

(página do meu livro da 1a. classe)

publicado por emcontratempo às 23:20

17
Jan 12

 

 

 

 

A minha, era de uma fazenda azul cinza.

Fê-la a minha mãe.

Era de uma peça de roupa já usada que veio da América.

Desmanchou-a, lavou-a e secou-a.

Depois de ter passado os bocados a ferro, talhou a mala.

Bordou-lhe um passarinho sobre um ramo, de um lado.

Coseu-a e forrou-a.

Estava linda.

Pobre e humilde, igual a mim.

Era a minha malinha da escola.

Outros tempos...

publicado por emcontratempo às 13:15

15
Fev 11

 

 

da net

 

Nestes  bonitos cadernos de pedra, foi onde escrevi muitos dos trabalhos escolares

 

da net

Estas carteiras, só que eram um pouco maiores mas ficávamos três na mesma.

O tinteiro e as canetas...

 e o mata borrão e os pingos de tinta... que davam direito a réguadas e tudo.

Como eram outros tempos!

Havia ser hoje!

As réguadas iriam dar sabe-se lá o quê?!

publicado por emcontratempo às 11:53

Setembro 2018
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO