O desafio dos nossos dias...

03
Ago 09

 

 

Pois, é verdade.

Ainda duvidei, porquê?

Eu já sabia que ela era assim.

Distânciada,

fingida,

única,

renitente,

embora culpada,

nunca se deu à culpa.

Mas, depois disto,

tudo isto deixa de interessar.

Que aparato!

Como é possível!

Inveja, será?!

De quê?!

É impossível!

Agora fico-me por aqui.

Já tem bastante.

Cumpri a minha missão.

Fiz o que a consciência acusou,

para não sentir o peso do remorso.

Ela, ela não.

Ela manteve-se na sua.

Fechada no seu egoísmo,

no seu orgulho.

Tentando esquecer,

coloco-me no meu lugar.

Mas, é triste.

Amigas, amizade, como?!

São poucas e raras.

 

publicado por emcontratempo às 12:58

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