O desafio dos nossos dias...

06
Set 11

 

Quem não as têm...

"

  • Solidão. Há muitos tipos de solidão.
  • A solidão triste e desesperada de um presídio, de uma cadeia, onde os apenados pagam algum desatino cometido...
  • A Solidão plangente e dolorosa de um manicômio, onde infelizes criaturas mais vegetam do que vivem...
  • A solidão das gigantescas metrópoles modernas, onde milhares de cidadãos se acotovelam e não se conhecem... Rebanhos humanos apertados em apartamentos anônimos e comprimidos em selva de pedra!
  • A solidão do descrente e pessimista que já não acredita em mais nada.
  • A solidão do ateu que vocifera e grita, anunciando ter matado Deus... mas que não tem certeza plena de que Deus tenha morrido de fato!
  • A solidão apóstata que chegou à conclusão de que Deus é um estorvo, um desmancha-prazeres, um chato, um triste inútil...

 Há também destas...

  • A solidão dos recalcados, dos invejosos, dos ciumentos, dos corações vazios de amor, que não aguentam felicidade alheia. E por isso passam seus dias jogando punhais, esgrimindo vinganças e cravando espinhos em todo o mundo... Especialmente em seus próximos mais próximos.
  • E há esta outra solidão.
    • A solidão-silêncio.
    • A solidão-deserto-interior.
    • A solidão-despojamento.
  •  
  •  

  •  
    SOLIDÕES QUE PURIFICAM,
                AMADURECEM
                ELEVAM.
    SOLIDÕES REDENTORAS
    QUE NOS COLOCAM MAIS PRÓXIMOS DE DEUS!
  •  

  •  
                Silêncio... o pulsar do coração de Deus, na solidão dos homens!
                Silêncio... a eloqüência que fala mais alto que as palavras!
                Gostaria de rasgar todos os discursos que já escrevi. Mas nunca me arrependi dos silêncios que cultivei!
                É este o meu sonho maior: ser uma ilha, povoada de Deus. Uma ilha rodeada de silêncio por todos os lados!"

    Pe Roque Schneider
    www.danielnerib.blogspot.com

Oh meu Deus ajuda-me a ser uma ilha, como diz o Padre Roque, povoada de Deus.

De momento não tenho conseguido...

Ajuda-me, como dizia ele, o Padre Roque, a ser uma ilha rodeada de silêncio por todos os lados!

Amen.

publicado por emcontratempo às 22:52

19
Mai 11

 

 Vista area ,parte da ponta da ilha do Pico,em frente parte da freguesia da Piedade,mais a esquerda freguesia da Calheta de Nesqium,mais a frente a esquerda ,freguesia de Santa Cruz das Ribeiras e mais a esquerda a ponta dos arrifes,concelho da Vila das Lajes,lado sul da ilha do Pico,Acores,ao centro a majestosa montanha da ilha do Pico,com 2351 metros de altitude .

 www.panoramio.com

 

Vista aérea de parte da ponta da Ilha do Pico, em frente parte da freguesia da Piedade mais à esquerda freguesia da Calheta de Nesquim, mais à frente à esquerda freguesia de Santa Cruz das Ribeiras e mais à esquerda a ponta dos Arrifes, concelho da Vila das Lajes, lado Sul da Ilha do Pico. 

Ponta da Ilha, de onde são os meus antepassados do lado de meu avô materno.

(Manuel Pereira da Ponta como assim lhe chamavam)

publicado por emcontratempo às 15:47
tags: ,

14
Abr 11

porém de singular beleza!!!

 

 

www.panoramio.com

publicado por emcontratempo às 16:02

26
Ago 10

 

 

Oh Pico, Pico das faias,

Oh Faial, Faial das canas,

Oh Pico tu não me logras,

Oh Faial tu não me enganas.

 

(minha mãe cantava assim.

será que faz parte de cantares

de algum grupo de folclore).

publicado por emcontratempo às 11:46

24
Fev 10

 

Este Pico que me encanta,

é feito de graça tanta,

magestoso e singular.

O que é triste e espanta,

é que tanta gente, tanta,

não o queira respeitar.

 

E pelas suas enseadas,

bonitas e recortadas,

tanto lixo ousam pôr.

É preciso mentes educadas,

limpas e asseadas,

Que digam: Páre se faz favor!

 

Oh nossa Ilha lisonjeira,

tua gente hospitaleira,

merece muito melhor.

Todo aquele que a goza,

bem fala dela, formosa,

graciosa, oh Pico encantador!

 manomero

 

publicado por emcontratempo às 23:28

04
Set 09

 

 

Nunca esquecerei os meus avós e os nossos antepassados que deram formas e edificaram, erguendo pedra a pedra, monumentos a rendilhado negro.

 

Negro, soado  e  persistente, para sustento de tantos e tantos que se recordarão ou esquecerão, não sei.

 

Sei que de dentro deles, ainda hoje brotam deslumbrantes e sumptuosas parreiras.

 

Parreiras onde se escondem, ao olhar do sol, espevitando raio a raio cada portal, cachos verdes doirados e roxos brilhantes.

 

Brilhantes e abanados pela aragem, ora quente, ora fresca,  que o vento empresta a cada folha, bafejando de frescura os cachos, docemente embalados e luzentes.

 

Luzentes são os suspiros sumarentos e pisados que brotam de entre  mãos e pés nos balseiros e lagares.

 

Lagares, para onde se escondem estes manjares de verdelho e tinto, bonitos cartões de visita da Vila, da Ilha e por que não da Região.

 

Região de onde outrora navegantes levaram até lá, à mesa dos Czares, este néctar delicioso, que:

 

De entre quadrículas negras,
basálticas e seculares,
nascem sumptuosas parreiras,
de perfumados cachos
triturados nos lagares...
...e deliciosos paladares,
outrora saboreados
nas lautas mesas dos Czares.

 

manomero29  Verão2008 


14
Out 08

pico

 da net

 

Pico!!!

Imponente montanha

que nos serena a alma,

eleva o espírito

e aponta o Céu!

 

publicado por emcontratempo às 00:46
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