O desafio dos nossos dias...

11
Jan 14

 

Natal é a noite, mas é também o dia.
 
Natal é o frio, mas é também o calor.
 
Natal é Jesus, Natal é a família,
Natal é a humanidade e Natal também és tu.
 
Não fiques à espera do Natal,
sê tu mesmo o melhor Natal para os outros.
  
O Natal não terminou no dia 25.
Constrói, por isso, um Natal para todo o ano,
para toda a vida.
 
Tu és o Natal
que Deus desenhou e soube construir.
 
É por ti que Deus hoje continua a vir ao mundo.
É em ti que Ele também renasce.
 
Sê, pois, um Natal de esperança,
de sorriso e de abraços,
de aconchego e doação.
 
Também podes ser um Natal com algumas lágrimas.
São elas que, tantas vezes, selam o reencontro e sinalizam a amizade.
 
Eu vejo o Natal no teu olhar, no teu rosto, no teu coração,
na tua alma, em toda a tua vida.
 
Há tanta coisa de bom e de belo em ti.
Tanta coisa que Deus semeou no teu ser.
 
Descobre essa riqueza, celebra tanta surpresa,
partilha com os outros o bem que está no fundo de ti.
 
Diz aos teus familiares que os amas,
aos teus amigos que gostas deles,
aos que te ajudam como lhes estás agradecido.
 
Não recuses ser Natal junto de ninguém. Procura fazer alguém feliz.
 
Não apagues a luz que Deus acendeu em ti.
Deixa brilhar em ti a estrela da bondade e deixa atrás de ti um rasto de paz.
 
Que continues a ter um bom Natal.
A partir de agora. Desde já. E para sempre! "
www.paroquiabandeiras.blogspot.pt
publicado por emcontratempo às 23:15
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21
Jan 13


 

Nasci nu, diz Deus,
para que saibas despojar-te de ti mesmo.
Nasci pobre, para que possas socorrer quem é pobre.
Nasci frágil, diz Deus,
para que nunca tenhas medo de Mim.
Nasci por amor
para que não duvides nunca do Meu amor.
Nasci pessoa, diz Deus,
para que nunca tenhas vergonha de seres tu mesmo.
Nasci perseguido para que saibas aceitar as dificuldades.
Nasci na simplicidade para que deixes de ser complicado.
Nasci na tua vida, diz Deus,
para te levar, a ti e a todos, para a casa do Pai.
Lambert Noben
www.chamadocarmo.blogspot.com
publicado por emcontratempo às 10:26
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26
Dez 12

 

Quando o céu não era azul,

cor do manto virginal

houve hinos de norte a sul,

era noite de natal.

 

Noite santa abençoada,

esta que Deus escolheu,

o Mundo não era nada,

sem o Homem que nasceu.

 

Boas festas vimos dar,

a todos que aqui estão,

vimos aqui festejar,

o Natal e com razão.

 

Queremos mostrar,

a toda gente que Ele nasceu

e veio a todos salvar.

 

Nasceu em pobres palhinhas,

o Filho da Virgem Mãe

...

que têm as avezinhas

e nasceu p'ra nosso bem.

 

Senhores que aqui estais,

escutando a nossa voz,

fazei todos os natais,

natais para todos nós.

 

Mensagem de Paz surgiu,

dentro em cada coração,

a Humanidade viu

onde estava a razão.

 

Amava sempre a pobreza,

com a Sua humildade

não queria a riqueza,

queria a igualdade.

 

Foi uma luz neste mundo,

o Filho da Virgem Mãe,

tem-nos um amor profundo

e nasceu p'ra nosso bem.

 

Boas festas, boas  festas,

Boas festas vimos dar,

vimos dar as boas festas

ao povo deste lugar.

 

Queremos mostrar,

a tod'agente

Que Ele nasceu

E veio a todos salvar.

 

Rancho de Natal do Monte há já alguns anos, não me lembro quando e cujos versos fixei mas falta-me alguns.

 

publicado por emcontratempo às 13:20
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http://www.flixxy.com/digital-christmas-story.htm

enviado por mail pelo Jorge

publicado por emcontratempo às 13:18
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Se procuras o Natal dos pobres
na cidade dos ricos
Despe-te de ambições
e de toda a veste pesada
que te oprime de seres livre.
Se procuras o Natal dos Peregrinos
neste mundo de instalados,
Acende uma estrela que te guie na noite da fé
pois há natais proibidos na estrada
e informadores de falsos Messias.
Se procuras o Natal dos Poetas
nesta cultura de ciências quadradas,
deita por terra os fantasmas
que habitam os teus castelos
e não deixam passar o sol.
Se procuras o Natal de Francisco de Assis
neste mundo global, abre o coração à paz.
Porque Belém, hoje,
mais do que ponto geográfico
É referência para as encruzilhadas
que há dentro de ti.
Se procuras o Natal dos Simples
nesta cidade complicada,
descalça os preconceitos
e mistura-te com as crianças
para entrar com elas
No Natal de Jesus Cristo.
 
Frei Manuel Rito Dias
publicado por emcontratempo às 13:01

 

 

Resolvi copiar pois toca-me o coração...

 

"Levantar cedo, que é dia de Natal! Dia de beijar o pé do Deus menino na Igreja, beijá-lo ao lado do enorme presépio, cuidadosamente feito pelos garotos da minha idade. Era assim em São Vicente, minha terra natal. Tempos saudosos em que freqüentava a Escola Primária. Ela, da Igreja, só distava uma estrada empedrada. Cedinho, me erguia da cama para me deslocar célere, a pé, empolgado e com o coração cheio de alegria e pureza, a fim de beijar o rosado pé divino, feito em barro, privilégio que os meus conterrâneos disputavam, esticando o pescoço franzino até aos limites do suportável, para serem os primeiros beijoqueiros.

A perfumar a memória da nossa existência, ficam estas recordações de pureza e candura, amaciadoras das agruras da vida e das suas peripécias atribuladas, algumas das quais riscam e amolgam o coração. A vida está cheia de ciladas insidiosas, onde menos se espera e a falta de prudência ou o desconhecimento da sabedoria mais profunda, à mistura com alguma tontaria propositada, quantas vezes nos prejudicam e devastam.
O Natal é, além de um dia de festa, de confraternização quase universal, o dia da Criança bafejada pelo espírito divino. Porque é ela, a Criança, o centro de atenção e afeição dos adultos. A pretexto do nascimento de Jesus menino, em Belém, ou como sua conseqüência e seqüência ininterrupta, revemos uma inspiração de nível planetário: são todos os meninos unificados nEste, e as prendas que lhes oferecemos são também um tributo coletivo a Ele, nascido na manjedoura, e nós somos os Reis magos, todos ligados por um cordão umbilical acrônico e utópico.

É este é o dia em que meditamos sobre a nossa própria meninice, memória sempre renascida... é ocasião de revermos o projeto que, mal temperado no início, condimentado o bastante com as vivências dos nossos erros e dos nossos sucessos, traçamos para o nosso percurso terreno, a nossa efêmera e incerta viagem neste planeta, que nos acolhe transitoriamente numa prova de humanidade, bem ou malsucedida.

Jesus Cristo veio à terra numa missão necessária e urgente: indicar o caminho da redenção. Sem meditarmos de vez em quando na sua mensagem, corremos o risco de nos afastarmos da harmonia universal, esta que nos auxilia no convívio e na parceria com e entre os nossos semelhantes.
Este halo mágico de espiritualidade, a percutir emocionalmente nas comunidades das Nações cristãs, vivi-o junto de outros povos, especialmente em Paris e Londres, numa idade ainda de jovem. Lá, como cá, as ruas e avenidas fervilhavam de vida, resplandeciam de luz, brilhavam de deslumbre, a comemorar o dia mais feliz do ano; este que celebriza o espírito da encarnação.

Já nessa altura os brinquedos e os bolos eram expostos ao consumidor da forma mais fantástica e radiosa, apelativos aos transeuntes, a solicitar a tentação da compra irresistível.
Trocávamos, nos dias antecedentes, postais ilustrados, alusivos à quadra festiva, autênticas obras- de- arte com mensagens poéticas, algumas originais, pessoais.

Natal é, repito-o, o Dia da Criança simbolizado no menino Deus. O dia em que todas as crianças são uma só Criança, unificadas num menino Jesus coletivo.

Por isso, em homenagem a este dia, vos historio o que se segue:
Adoro as ruas, as avenidas, os quelhos, as praças da nossa cidade. Em dias de festa, por elas deambulo para observar o ambiente artesanal, arquitetônico, escultórico e humano, ou seja, reparar bem nas pessoas de todos os tamanhos, distinguir os ornamentos de todas as épocas, valorizar a azáfama de todas as dinâmicas, diferenciar os matizes de todas as cores, odores e auscultações, fixar as montras de todos os tamanhos e recheios. Vai fazer um ano, percorria uma rua e deparei, de repente, com uma pobre criança, rota e suja, a observar uma vitrina de bolos de chocolate, resplandecentes pela luz incidente. Eram bolos castanhos, brilhantes, frescos, apetecíveis que faziam crescer água na boca. E a criança ali estava pespegada, imóbil, como uma estaca. Não arredava pé de tanto desejo, certamente salivava de apetência descontrolada.

Olhei- a e abeirei- me dela. Perguntei-lhe se queria escolher algum.
Que sim, e escolheu. Levei-o ao interior da confeitaria, pedi-lhe para escolher mais alguns e comprei--os. Dei-lhos,com a embalagem. Ele sorriu, um sorriso enorme, franco, fascinante, do tamanho do Universo:
- Não me agradeças, porque sou eu quem te vai pedir um favor! No dia de Natal, vais beijar o pé do menino Jesus à primeira missa do dia, na Igreja mais próxima
- Está bem, não me vou esquecer .
E continuei a minha deambulação. Era uma rua comercial, engalanada por todos os ornamentos e enfeites adequados à quadra festiva. Uma rua com arcos e ogivas e muitas lâmpadas coloridas incandescentes. Da rua saía uma auréola de energia luminosa que impedia de se verem as estrelas; não era preciso esticar o olhar para o céu, elas estavam ali na rua. As montras exibiam artigos variados de consumo, lindos, apelativos, acantonando, a cada passo, um presépio feito com esmero e beleza. Resplandecente, sobre as palhas da manjedoura, o menino era aquecido pelo jumento e pela vaca. Maria e José olhavam-no embevecidos.

No dia de Natal de há um ano, lembrei-me daquele menino vadio, que, como eu, quando era criança, beijou o pé de alguém, que morreu na cruz para nos dar um exemplo da purificação da alma.

E este ano, antes do dia mais caloroso e espiritual do ano, continuarei, à semelhança de todos os anos anteriores, a observar as ruas com a esperança de que aconteça algo tão emocionante como o que vos contei neste episódio que não difere muito do nosso dia- a- dia ... Apesar de tudo o que possa surgir, ficarei mais empolgado, se outro cenário e cena mais belos acontecerem, como, por exemplo, deixar de ver crianças esfomeadas a olhar vitrinas opulentas, pela simples razão de que deixou de haver fome neste mundo, neste que todos compartilhamos, sem até agora termos sobre ele uma consciência global!"

  

                       Desconheço o autor"

publicado por emcontratempo às 12:31
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Noite de Natal estrelada dá alegria ao rico e promete fartura ao pobre.

publicado por emcontratempo às 10:15

25
Dez 12

 

postais de natal presepio sn09122011

 da net

 

"Na noite de Belém, o redentor do mundo fez-se um de nós para ser nosso companheiro nos caminhos da história."

Santo Padre Bento XVI

 

 

 

"Não permitamos que a luz do Natal seja extinta pelas correntes frias do nosso tempo."

Bento XVI

publicado por emcontratempo às 17:55

02
Jan 12

 

Sending this your way as it is a little doowop version of a Christmas song.

 

www.aroundmd.com/whitechristmas/

publicado por emcontratempo às 12:31
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29
Dez 11

 

"Gente que se senta no sofá de forma mais pausada, com uma rabanada que a amiga lhe deu, à espera que a televisão dê a meia noite para ir até ao vale dos lençóis. Há gente assim, que não tem outra gente com quem partilhar os sons, os ruídos, as algazarras, os afazeres, os talheres, as prendas do Natal. Gente que uns dias antes estivera no jantar tal com o grupo dos colegas. Mas que agora está só. Não tem mais ninguém. Não tem o amigo ou a amiga colorida porque estes estão com a família. Não tem o filho ou a filha porque este ano pertence ao outro pai. Não tem os amigos, porque nem sempre há amigos para estas ocasiões do Natal. Ou então são aqueles que a idade não deixa que o Natal seja tão Natal. Porque os filhos estão longe. O marido ou a esposa já morreram. O lar está fechado ou vai-se para a cama cedo. Passam o Natal com a televisão. Nada mal para quem há uns anos nem televisão tinha. Mas eu acho que estes tipos de Natal são muito dos Natais modernos. Fazem parte da vida moderna, para quem uma reunião é apenas uma reunião e não uma união. Fazem parte da vida que nos dá tudo, mas nos tira grande parte do amor. Fazem parte da vida que está cheia, mas afinal está mais vazia que nunca. Pode ser que, com esta crise, as pessoas comecem a buscar o essencial do Natal, aquele essencial que não é só uma celebração, mas uma forma de vida. E digo àqueles para quem o Natal é só uma data que o Menino Deus também nasceu para eles. Eu até diria mais. Diria que o Menino Deus nasceu sobretudo para eles."
www.eupadre.blogspot.com
 



publicado por emcontratempo às 14:20
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