O desafio dos nossos dias...

29
Jun 17

É assim...

Eu sou do contra o deita abaixo daquilo que tem a ver com o nosso passado...

Casas bonitas, ancestrais, de figuras que por cá passaram...

Umas mais importantes, outras nem tanto...

mas a casa, essa era bonita mesmo

a casa da Da. Gertrudes, é como a conheci.

Para se substituir por muros de cimento...

Tristeza ..

Inovar, evoluir, construir... é muito lindo...

mas não esqueçamos que a História...

 faz parte integrante da  cultura de um Povo...

um Povo que se preze...

... claro.

peregrina2017.06.29

 

publicado por emcontratempo às 10:45

04
Jan 13

 

 

Por favor, pensem duas vezes!!!

 

Não deitem abaixo este edifício!

 

Um edifício antigo e bem construído.

 

Não há dinheiro, é verdade!

 

Retoquem apenas a fachada e deixem para depois o resto.

 

Tenham dó!!!

  

Se o edifício do Capitão-Mor ao Valverde merece o que lhe fizeram...

 

Porque não este!

 

Sim para  a instalação da casa da Cultura ou outra utilização que achem por bem.

 

Desculpe quem se achar atingido...

 

Não pretendo com isto, senão apenas que se dê o justo valor.

 

É Património pelos nossos antepassados construído.

 

Há que escutar os mais velhos, e que sabem, sobre o assunto.

 

Ao contrário de mim, que apenas aprecio as coisas, de técnica é para os formados para tal.

 

Pensem bem!!!

publicado por emcontratempo às 16:39

02
Fev 11

 

Ficheiro:Ermida de Nossa Senhora dos Milagres, Porto do Cachorro, Bandeiras, concelho da Madalena, ilha do Pico, Açores, Portugal.JPG

da net

Ermida da Senhora dos Milagres - Cachorro - Bandeiras

publicado por emcontratempo às 15:24

31
Mar 10

 

Felizmente que está reconstruída! 

 

De início era construída do lado Norte da que hoje existe.

 

Não tinha imagem da Senhora da Estrela.

 

Era apenas um painel pintado.

 

Era pequenina.

 

Faziam-se festas lá.

 

A actual imagem foi comprada depois.

 

Depois foi construída no sítio onde hoje se encontra e reconstruída(?) pelos tios José e João.

 

O forro da ermida foi feito com uma aracária que tinha do outro lado da casa da Tia Flana, no prédio da dona Gertrudes.

 

O senhor Manuel Padrenosso e senhor Francisco Soares é que cortaram a aracária e as tábuas foram serradas onde é o pátio do senhor João Padrenosso.

 

Foi inaugurada em dezassete de Fevereiro de mil novecentos e cinquenta e dois, pelo bispo D. Manuel Afonso de Carvalho.

 

...

 

Faziam-se preces para pedir à Senhora chuva.

 

Vinham as pessoas deste lugar e de vários lugares vizinhos.

 

Iam rezando e cantando a Nossa Senhora.

 

Maravilha!

 

Rezo pouco, infelizmente!

 

Mas quando se trata de ir caminhando e rezando, procuro ir.

 

Sinto que há maior fervor nesta oração em grupo.

 

Caminhar, caminhar, rezando.

 

O sítio, é convidativo a uma maior interiorização.

 

Ermo, solitário e lá no alto a Ermidinha.

 

Rodeada de vinhas, em currais de pedras negras.

 

A montanha ao fundo, eleva o nosso olhar, mais alto.

 

...

publicado por emcontratempo às 12:16

04
Set 09

 

 

Nunca esquecerei os meus avós e os nossos antepassados que deram formas e edificaram, erguendo pedra a pedra, monumentos a rendilhado negro.

 

Negro, soado  e  persistente, para sustento de tantos e tantos que se recordarão ou esquecerão, não sei.

 

Sei que de dentro deles, ainda hoje brotam deslumbrantes e sumptuosas parreiras.

 

Parreiras onde se escondem, ao olhar do sol, espevitando raio a raio cada portal, cachos verdes doirados e roxos brilhantes.

 

Brilhantes e abanados pela aragem, ora quente, ora fresca,  que o vento empresta a cada folha, bafejando de frescura os cachos, docemente embalados e luzentes.

 

Luzentes são os suspiros sumarentos e pisados que brotam de entre  mãos e pés nos balseiros e lagares.

 

Lagares, para onde se escondem estes manjares de verdelho e tinto, bonitos cartões de visita da Vila, da Ilha e por que não da Região.

 

Região de onde outrora navegantes levaram até lá, à mesa dos Czares, este néctar delicioso, que:

 

De entre quadrículas negras,
basálticas e seculares,
nascem sumptuosas parreiras,
de perfumados cachos
triturados nos lagares...
...e deliciosos paladares,
outrora saboreados
nas lautas mesas dos Czares.

 

peregrina  Verão2008 

publicado por emcontratempo às 10:49

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