O desafio dos nossos dias...

19
Mai 14

 Oh Maria nossa querida Mãe!

 

MARIA LIBERTAÇÃO

 
Maria Libertação,
filha do povo saido
da primeira Escravidão.
Filha do Povo caído
na nova Dominação.

Filha do Pai Abraão,
retirante à procura,
sempre clara, sempre escura,
de uma outra Promissão.

Casa de Deus, sem morada,
à margem da lei jogada
entre o Presépio e a Cruz.
 
Retirante e exilada,
perseguida e malfalada
pela causa de Jesus.
 

Comadre de Nazaré,
companheira de José,
operário sem serviço,
lavrador sem terra certa,
moradores de cortiço,
pouco ganho e mesa incerta.
Como tantos lavradores,
como tantos operários.
Colegas das nossas dores,
rosa dos nossos rosários.
Retirantes a caminho,
todos nós, pobres e réus,
buscamos no teu carinho
a Casa e a Paz de Deus,
a Mesa do Pão e o Vinho
nascidos do ventre teu,
a terra certa na Terra
e a Nova Terra dos céus!
Dom Pedro Casaldáliga
publicado por emcontratempo às 15:58

27
Jul 12

 :smiley-dubitatif:

Viver pobre para morrer rico tal é a sorte da maior parte dos ricos.

publicado por emcontratempo às 14:13

03
Ago 11

 

"Dai aos pobres se quereis tornar-vos ricos."

São João Bosco

publicado por emcontratempo às 13:33

20
Jun 11

 

"Falar dos pobres quando se é rico é nova afronta contra os pobres."

publicado por emcontratempo às 11:07

24
Jan 11

 

 

"Não dás da tua fortuna, ao seres generoso com o pobre, tu dás daquilo que lhe pertence."

S. Ambrósio

 

publicado por emcontratempo às 11:49

05
Jan 11

 

 

 

 

A pobreza é escola de virtude; a miséria  quase sempre escola de vícios.

Pedro Lafitte

publicado por emcontratempo às 13:15

15
Jan 10

 

 

Quantas vezes, fingimos estar tudo bem.

Quantas vezes não querendo inquietar nos calamos.

Ficamos sofrendo por dentro.

Ficamos encobrindo amarguras.

Para não sermos sobrecarga.

Quantas vezes, acompanhados, estamos sós...

... tão sós.

Quantas vezes gerimos o "pouco" que temos.

Tantas vezes , muitas vezes, quase sempre...

enfim...

 

"Casinhas  brancas

Casinhas brancas por fora,

por dentro - tristes, escuras. 

Ai de quem ri de quem canta,

para encobrir amarguras...

 

Verdes heras nas paredes,

na arca - míngua de pão.

E não parece, não vedes?

- Quem lá mora é pobrezinho

mas tem sua presunção...

 

Rubros cravos à janela,

no lar, - nem cibo de lenha.

Olhai esta, vinde vê-la

- que sou eu cantando e rindo

como quem mágoas não tenha...

 

... casinhas brancas por fora!

Nunca o mundo saberá

quando nalgumas se chora

e, como nelas não entra,

o luto que em muitas há..."

 

tirado dum almanaque antigo - (do livro inédito "Vinte anos"=

Pimentel Caxide)

 

publicado por emcontratempo às 16:23

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