Deixem que eu "faça" por uma ou duas semanas...
nota - resultados positivos.
Porque:
não gosto de estragar os dias...
não gosto de viver nem por, nem ao acaso...
não gosto de desperdiçar anos e anos de tempo...
não gosto de ficar a ver a caravana...
nem também de embarcar nela de "cabeça"...
nãaaaao... não gooooosto.
por favor,
deixem-me VIVER!
by peregrina 2019.05.14
Gosto de algumas...
mas as modas nunca me cativaram muito.
Por exemplo, não visto só porque é moda,
não compro só porque é moda, etc, etc...
Tanto a nível de roupas,
objetos de decoração, loiças, móveis...
Gosto de coisas sóbrias, de boa qualidade
Para mim a moda é o que eu visto,
ornamento ou uso
e isso me faz sentir bem comigo mesma...
Sempre fui assim desde que me conheço por gente.
Olho para as coisas e procuro sempre a melhor utilidade delas.
desde (...)
... sim, voltei novamente.
fui até a ti, minha estrelinha!
quero ver daqui, a Terra-mãe...
ver como os homens te tratam.
Oxalá eles percebam,
o teu valor,
a tua magia,
tu que poderias sustentar a todos
se ele, o homem quisesse.
sim.
estás à distância dum sim
de boa vontade universal.
Uma divisão equitativa
dos teus bens
da tua beleza,
do teu calor,
da tua serenidade...
só atinam,
quando tu os sacodes,
com os teus soluços
o teu impulso,
a tua rajada?!
eih! homem, acorda!
só aqui...
a paz é verde,
o silêncio abraça o arvoredo,
harmonia é a toada da passarada,
ao amanhecer!
só aqui...
o vento, a aragem, a brisa,
são salgadas e azuís,
ondeadas de plumas brancas!
só aqui...
o cheiro a terra rasgada,
sabe-me a pão e a fartura,
a chaminé branca,
a brasa,
o calor familiar,
a ternura!
só aqui...
os incensos são o perfume
envolvente do ar
que me penetra as narinas.
só aqui...
tudo é maravilha,
tudo é beleza,
neste (...)
São como sons
agitam-se dentro de mim.
por vezes,
não compreendo,
fico relutante
e engano-me.
Mas,
os sentimentos,
esses
falam bem alto
eles não erram
são genuínos.
E o seu eco
dentro de mim
incita-me
move-me.
Esse som em mim
compreendo-o
por vezes,
mas...
não digo,
não quero,
não acredito
no entanto
quero senti-lo,
ouvi-lo
falar-lhe,
deixar-me enriquecer nele,
recriar
os sentimentos
nas coisas mais humildes
que certo "mundo" esquece
e mata
Quando fora do teu leito,
me sentindo estrangeira,
como é bom, como me deleito,
como arde o coração em meu peito,
ouvir entre os transeuntes, em jeito
de voz soando a conhecida,
oh como é bom, Pátria amiga.
Ao seguirmos nas ruas, vielas, prenhas
de gente balbuciando, se solta um grito,
um eih, olá, não me conheces, sou do Pico!
E, aí o coração palpita, em alegria tamanha,
ao soar a linguagem, que o ouvido não estranha.
Oh saudosa terra amada, (...)
Mãe, mãe, mãe, m.....ã.....e.....!!!!!!!!!!!!!!!!!
Tás aí?!?!?!
Tás sim, tás sim, tás sim que eu sei!
Neste dia do teu aniversário,
Beijinhos eternos, mãe!
Que saudades!..............
Parabéns, oh tio José!
que os anjos aí no céu,
te ofereçam muitas estrelinhas de luz.
que em redor
possas ver a Luz Maior,
e os teus entes mais queridos.
Que saudade,
quando de manhãzinha,
ao abrir a porta,
já lá estavas tu sentado na beira do tanque,
nem nos acordavas, apenas esperavas pacientemente...
quantas vezes, tio José Blusas.
Beijinho de saudades.
... nunca mais se pode esquecer...
os registos são da saudade...
são de dor e tristeza...
do sofrimento por que passaste
e que tão cedo nos deixaste...
muito mais pobres porque lesadas da tua companhia.
nossos olhos percorrem o tempo,
que distâaaaaaaaaaaaaaaancia...
mas para nós parece sempre que foi ontem,
continuas sempre e sempre,
na nossa memória...
que saudaaaaaades...
Os registos são
da pureza e felicidade das nossas infâncias...
brincando juntas,
junta (...)
Em 1289 fabricaram a primeira louça de barro.
Mas para mim, existiu desde o dia em que ouvi este pregão...
Quando era pequena, passava lá na minha aldeia, um vendedor de loiça de barro.
O homenzinho, tinha um falar pesado e fechado.
Lembro-me sempre daquele pregão:
Oh loiça de baaaaarro...
e eu tinha medo daquele pregão.
lembrava-me um papão velho,
que os meus me cantavam,
para eu comer todas as papas ou toda a sopa.
Certo dia, eis-me na "horta de fora",
como (...)