O desafio dos nossos dias...

27
Mar 14

Quantas marias vagueiam por aí... de um e outro modos diferentes por certo, mas cruzes...

 

"Terceto

 

E o triste grupo, vagamente andando,

parece de três sombras, que se amparam,

sobre agudos espinhos caminhando.

 

Maria vai no meio. As três pararam...

e abraçadas, gemendo e soluçando,

para as três cruzes novamente olharam!"

Fernandes Costa

 

... apenas uma, foi a mais sublime, e no seu vaguear acalentou A Salvação.

publicado por emcontratempo às 16:31

20
Jan 14

 

As dificuldades sofridas por amor d'Aquele por quem se devem sofrer transformam-se em grandes alegrias sendo fonte de enormes consolações.

São Francisco Xavier

 

...eu t'as ofereço, Senhor!

publicado por emcontratempo às 10:12

27
Ago 12

 

Pois vale...

Vale mais sofrer o mal do que fazê-lo.

Florian

 

 mas dói que sei lá...

publicado por emcontratempo às 15:53

07
Fev 12

 

Já estão calejados...

 

Os corações gastos pelo Mundo são difíceis de emocionar.

Georgina Fullerton

... de sofrer,

entendem?!

Talvez não?!

só entende o sofrimento, quem sofre.

                                                                                                                                                                            

publicado por emcontratempo às 17:42

06
Fev 12

 

 

Pai, como não reunir na nossa oração

a humanidade inteira...

mas permite, Senhor, que Te apresente

uma intenção especial pelas pessoas sem voz.

 

Há milhares e milhares de homens e mulheres

nos países pobres

e nas zonas pobres dos países ricos,

sem o direito de erguer a voz,

sem possiblidades de reclamar, de protestar,

por justos que sejam os seus direitos.

 

Os sem casa, os sem alimento,

os sem vestuário, os sem saúde,

os sem mínimo de educação,

os sem trabalho, os sem futuro,

os sem esperança,

correm o perigo de cair no fatalismo,

desanimam, perdem a voz,

tornam-se os sem voz.

 

D. Helder da Câmara

 

(in calendário da LIAM, missões)

publicado por emcontratempo às 02:23

19
Jan 11

 

Não passes com ela à minha rua

 

No fim de tantos anos de ser tua,

amas-te outra, casas-te foste ingrato.

Vi-te passar com ela à minha rua,

abracei-me a chorar, ao teu retrato.

 

Podia-te insultar quando te vi,

ferida neste amor sopremo e farto,

vinguei-me a chorar, choro por ti,

por entre as persianas do meu quarto.

 

Mas olha, meu amor, eu não me importo,

antes de seres dela, eu já fui tua.

Podes passar sózinho à minha porta,

mas não passes com ela à minha rua.

 

Fui tua companheira muitos anos,

mas isso pouco importa, isso que tem.

Se o mundo é feito é só de enganos,

o mal anda no mundo a rir-se do bem.

 

Não penses, não meu amor,

é tarde para ganhar o que perdi.

Não te posso abraçar porque és casado,

abraço-me ao teu retrato e penso em ti.

 

Não penses, não penses, meu amor

esquece-te  de mim que é o bastante.

Já que não servi para ser tua mulher,

também não hei-de ser a tua amante.

 

Fui tua companheira dedicada,

no entanto, meu amor, vê como eu sou,

sei bem quanto custa a ser roubada,

não quero roubar quem me roubou.

 

Não voltes, não voltes, meu amor,

Esquece-te de mim que é o bastante.

tens a tua mulher, tens o teu lar,

que vale muito mais que uma amante.

 

Casaste, serás feliz, Deus te proteja,

só te desejo amor e tanto assim,

nunca tive ciúme, nem inveja,

como a tua mulher teve de mim.

 

Não voltes, não voltes por favor

Casaste-te, obrigaram-te a casar.

se a tanto te obrigaram, meu amor,

agora que te obriguem a gostar.

 

(Versos que minha mãe cantava, no tempo dela.

São versos da autoria de Carlos Conde.

No entanto foram feitas algumas alterações.

Adaptadas a teatro amador que foi feito nas Sete Cidades.)

publicado por emcontratempo às 10:59

14
Jul 10

 

 E de que maneira...

O egoísmo de uns homens leva o sofrimento a tantos outros!...

 

...só Deus sabe!...só Ele!

porque o homem, esse não quer saber.

publicado por emcontratempo às 10:00

31
Jan 10

 

 

O egoísmo de uns homens leva o sofrimento a tantos outros!...

 

publicado por emcontratempo às 19:36

27
Jan 10

 

"

 
Alguma vez parámos para pensar quantas vezes sofremos inutilmente quando éramos pequenos?
Passámos parte da nossa infância a preocupar-nos «em vão». Facilmente nos angustiávamos pelo que sucedia à nossa volta: sofríamos se um amigo se zangava connosco, se lutávamos com os nossos irmãos; se os nossos pais nos olhavam aborrecidos, se nos repreendiam…
Curiosamente, também os nossos pais e adultos que nos rodeavam se preocupavam com uma facilidade incrível. Os motivos pareciam não importar, tudo constituía uma boa desculpa para sofrer, e passaram grande parte desses anos em «alerta» constante. Passavam mal se adoecíamos; continuavam a sofrer quando julgavam que éramos muito travessos, ou, pelo contrário, demasiado formais; se passávamos o dia a pedir coisas, ou se não nos atrevíamos a pedir nada… O caso era «não viver».
Curiosamente, com estes ensinamentos, quando éramos crianças aprendemos a estar «atentos» perante qualquer situação que pudesse ser motivo de desgosto, pena ou zanga, tanto para nós, como para os que nos rodeavam.

A educação, ontem e hoje, parece estar ao «contrário». Em vez de sensibilizar as crianças para o positivo, para o que fazem bem, para o que lhes pode dar segurança e confiança em si próprias, sensibiliza-as para o que as pode perturbar, inquietar, produzir desassossego, insegurança e desconfiança.

Em que falhou a educação que recebemos?
Do ponto de vista psicopedagógico falhou em princípios absolutamente essenciais.
Quando nos ensinaram a reparar de forma quase exclusiva no negativo que há à nossa volta, aprendemos, quase sem nos dar conta, a estar sempre «em guarda», para corrigir à mais pequena oportunidade o que supostamente fez «algo mal»
Se tivéssemos de apontar as falhas da educação que recebemos, não poderíamos deixar de enumerar alguns dos grandes equívocos em que se sustentaram, entre os quais cabe citar os seguintes:
Reparar no negativo, em vez do positivo
Sancionar, em vez de reforçar.
Impor, em vez de dialogar.
Usar o dever e o medo, em vez da motivação

Potenciar:
O seguidismo em vez da razão.
A imobilidade em vez da criatividade.
A dureza em vez do afecto
A insensibilidade, em vez da sensibilidade.
A tristeza em vez da alegria.
A derrota e o pessimismo, em vez da esperança.
A desconfiança e a ruindade, em vez da confiança e da transparência.
A insegurança, em vez da segurança.
A humilhação, em vez da auto-estima.
O egoísmo, em vez da generosidade.

Mas o pior é que estas falhas não só se continuam a cometer na educação das crianças, adolescentes, jovens e adultos de hoje, como se incrementaram nas pessoas supostamente «privilegiadas» que desfrutam, no seio da sociedade de consumo que nos domina, quando não nos afoga, das chamadas «culturas avançadas» dos países desenvolvidos.

O consumismo impera sobre o consumo sustentado
A intransigência sobre a flexibilidade.
O dogmatismo sobre o respeito e a inteligência.
As «mentes fechadas» sobre as «mentes abertas»
A reacção e o stress sobre a acção e a saúde.

Há que fomentar o equilíbrio, a maturidade, o autocontrolo e desterrar a tirania, a manipulação, a falta de solidariedade, o narcisismo, o desequilíbrio e a insatisfação permanente. Porque devemos saber desfrutar da nossa vida, dessa procura sã e transparente da felicidade.

 ”A inutilidade do sofrimento” de María Jesús Álava Reyes"
pesquisa na net

 

publicado por emcontratempo às 14:29

30
Dez 09

 

 

 

 

"Não ofendam mais a Nosso Senhor, que já está muito ofendido."

Palavras de Nossa Senhora, em Fátima

publicado por emcontratempo às 12:52

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